31 dezembro 2009

Capítulo 61 - o último do ano;

O ano que se passou deixará saudades, sem sombra de dúvida.
Não pela soma de acontecimentos bons - que não foram muitos -, mas sim pelo modo como as coisas ocorreram.
Nem tudo aconteceu como ela gostaria.
Uma correria invadiu sua vida dando como consequência uma grande falta de tempo, para fazer qualquer coisa que quisesse fazer. Ela tomou uma injeção de responsabilidade - que doeu durante algum tempo. Ela recebeu uma vida nova de presente - mas que só foi abrindo aos poucos de acordo com o tempo.
Nem tudo o que aconteceu foi bom. Porém, concordando com o caro e sábio Renato Russo - que disse: Quando tudo nos parece dar errado acontecem coisas boas que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo. - a garota não se arrepende de muitas coisas que fez nesse ano e ela agradece por tudo o que ganhou nas coisas que deram errado.
O ano foi longo, foi produtivo, foi cansativo, foi desgastante, foi errado, foi terrível, foi maravilhoso, foi estratégico, foi um aprendizado, foi um regresso, foi um avanço, foi um drama, foi uma tristeza, foi uma alegria, foi uma comédia, foi um show, foi um espetáculo, foi um terror, uma cena de suspense, uma obra de um escritor de novelas mexicanas, foi um dos textos guardados na memória da garota e foi em si, mais um grande capítulo que ficará guardado na memória da garota para sempre;

Nos perdoem pela ausência e pela turbulência. Feliz 2O1O, esperamos encontrar você lá.

Fim do capítulo 61;

23 outubro 2009

Capítulo 6O - Adeus meu coração;

E eis que temos mais um texto solto de Priick.

Eu me sinto tão forte, porém fraca. O que - ou quem - eu costumava ser, sumiu.
Eu quero de volta, toda a insensibilidade de antes.
Ela me mantinha segura, e eu não desejo ser tão transparente.
Eu costumava ser branca - tão como uma garota assustada.
Manter tudo escondido: a melhor opção.
Eu estou desistindo.
Adeus, meu coração.


E então, ela se encontrara apaixonada novamente. Não era o que ela desejava. Ou era?
Ela queria um momento de paz.
Porém, tudo o que a garota fazia era pensar nele. Tudo o que fazia, de algum modo relacionava a ele. Ele era sua prioridade em tudo.
Ela queria um pouco de paz, somente uma vez.

Fim do capítulo 6O;

Capítulo 59 - Acredito que não;

Outro texto solto de Priick.
Esse, mais novo.

Sabe, é cômodo ver todos com os seus problemas e eu parada sem poder ajudar.
Você pode não me levar a série, mas eu não me importo.
Pois eu sei a verdade: eu vejo todos, cada um com seu problema - apesar de não admiti-los.
Todos tem, por menor que eles sejam.
É idiotice, mas eu também possuo os meus.
E acredite quando eu digo que ninguém ao menos se importa.


E eis que Priick se encontrava dividida tentando ajudar seus amigos e tentando conseguir ajuda.
Era de fato muito difícil. Logo que, ninguém estava pouco ligando para o que ela sentia ou não.
Amigos?
Acredito que não.

Fim do capítulo 58

22 outubro 2009

Capítulo 58 - Se não é difícil, não é divertido;

E voltamos à velha e antiga rotina. Bem vindos de volta.
E então, o dia amanhecia chuvoso - até demais para o gosto de Priick - e a preguiça custava a deixar a garota se levanta da cama.
Raios, trovões e a chuva torrencial fizeram a garota cogitar a ideia de não ir à escola. Porém somente por um momento. E então, ela se lembrara que tinha um experimento de química nesse dia.
Com muito esforço, desligara o despertador que tocava, e se levantou.
Fizera sua higiene matinal, se trocara, comera algo de café da manhã e então, fora à escola.
Ao chegar lá, a chuva havia se tornado um pouco mais escassa.
Conversou com uns amigos até entrar na sala de aula e ouviu sobre o suco de repolho que seu colega não conseguira trazer para o experimento durante um tempo.
Ao entrar na sala vazia como sempre, se perguntou por um instante por que ele não estudava na mesma classe que ela.
Não seria muito mais fácil se eles estudassem na mesma classe? Os dois já se conheceriam, já se falariam.
Porém, o destino parece gostar de fazer Priick sofrer.
E então, ela olhara para a porta da sala dele.
E por que ela não poderia estudar na mesma sala que a dele?
E então, a garota suspirou e cantalorou um trecho de uma música de uma cantora conhecida: and baby when its love if its not rough it isnt fun.
E corrigiu-se mentalmente por dizer a palavra amor.
E de modo algum não era o que ela sentia por ele. Quem sabe num futuro próximo? Mas no momento, não.
Pulando algumas partes um tanto quanto irrelevantes durante o período entre a aula e os devaneios de Priick, chegamos à aula de química.
A garota e seu grupo fizeram os experimentos corretamente e tudo pareceu dar certo no final.
Priick se divertira afinal. Não era tão chato assim.
E então, seu grupo decidiu juntar todos os potinhos para ver no que dava; juntar potinhos com substâncias diferentes;
Foi uma baderna, mas se divertiram.
Priick ficara brincando de adicionar sabão com água no potinho que ela estava misturando. A garota analisou bem o potinho que possuía em mãos e pensara Eu vou dar isso para alguém tomar.
Porém, a garota não o fez. Ela podia ser um tanto quanto malvada, porém não a tal ponto.




Fim do capítulo 58;

21 outubro 2009

Capítulo 57 - Só mais um sobre você;

Outro texto velho.

 E então, eu tinha que colocar os pingos nos is disso tudo. Por que eu tô confusa.
Ér, eu tinha certeza absoluta de que eu gostava de você. Mas você me fez ignorar esse sentimento.
E agora... eu tô aqui.
E da sua parte? Foi tudo fingimento, né?
Porque você me disse que não sente nada.
Eu podia jurar que você ao menos se importava comigo. Mas parece que não.
Tá tudo bem, então. Você não gosta mesmo de mim? Não me acha nem ao menos bonita? Não tem  nada em mim que você goste?

Você não ficaria comigo? Tudo bem, eu entendo você.
Sabe, eu poderia até dar outra chance pra você caso você percebesse que sente algo por mim.
Se você quer seguir a sua vida, vai. Que eu sigo a minha.
Espero que você fique bem na etec, pois eu pretendo mudar de escola.
Eu pretendo me afastar de certas coisas, querido.
É isso. Os pingos nos is foram colocados, todos os ts foram cortados e todas as palavras fora acentuadas.
Foi bom enquanto não durou.

Bem, esse é mais velho ainda.
Priick estava numa fase um tanto quanto depressiva quando o escreveu, a entendam.


Fim do capítulo 57;

Capítulo 56 - And what about me?

Mais um dos textos soltos velhos um tanto quanto antigos de Priick, só para ficar guardado mesmo.

Foi a minha escola, era o certo para mim. E eu tive as minhas razões.
As opções eram:
- continuar com a falsidade e sempre mais próxima;
- acabar com a falsidade e se afastar;
E eu escolhi a segunda. Você não entenderá, mas tem uma hora em que você tem que decidir entre o certo e o errado pra você.
Já que eu acho que esse é mais pra você do que pra eles, compreenda que você e seus pseudo amigos
não são as melhores companhias pra mim.

Entenda que eu vou à escola para ter aula e não para ficar brincando.
Eu tenho amigos fora da escola, porque eu sou diferente fora dela.
Na escola, eu costumo ser chata, rígida, ignorante e muitas vezes irritante. Fora dela, eu me porto diferente. Bagunço tanto que você tem que mandar parar, sou boba e as regras não me agradam nem um pouco.
Mas você conheceu o meu lado chato. Me perdoe.
E eu decidi que é com esse lado que você vai ficar, já que me julga assim.
E esse é o melhor pra mim, já que ao lado de vocês, eu pareço não ter futuro.
É, obrigado por todos os momentos em que vocês me aturaram.
Tchau?


xoxo.


Talvez esse texto esteja um tanto quanto vago para muitos, porém, sempre haverá aqueles que se identificarão.

Fim do capítulo 56;

Capítulo 55 - Antiguidade;

Um texto solto um tanto quanto velho que Priick escrevera e que ela gostaria que ficasse guardado

Mas talvez esteja escrito que você tem que vir comigo, talvez não.
Quem sabe o príncipe encantado seja somente mais um. Ou vice-versa.
Talvez o certo seja errado e o confuso seja o preciso e exato.
A peculiaridade de tudo é se descobrir enamorada por alguém tão diferente de si - e logo quando você odiava este mesmo.
A singularidade é revelar que as discussões são afagos; os xingamentos desdobram-se em carinhos; e o ódio se fantasia de paixão;
Durante um período um tanto quanto curto, os dias - por mais cinzentos que fossem - possuíam sol; por mais silenciosos que fossem - possuíam trilha sonora; por mais vazios que fossem - estavam completos;
E a luz no fim do túnel é saber que não passou de uma ilusão. Um simples e inocente amor de verão.
O ódio se mascarando de paixão, se divertindo com os prazeres de brincar com a razão.
E fazendo sorrir quem não possuía compaixão.


Mas esclarecendo algumas coisas, Priick não gosta de rival, ok?
Pelo que parece, ela nunca gostou mesmo.
Porque juntando as peças, ela não sentia nada de mais, não tinha tanto afeto assim por ele, e sua presença era um tanto quanto inútil para ela.
Isso é amor?

Fim do capítulo 55;

Capítulo 54 - Resumo;

Bem, vocês que acompanham o blog devem estar um tanto quanto sedentos por informação, não?
Nesse breve tempo em que Priick esteve fora, muitas coisas aconteceram.
Digamos que o mundo virou de cabeça para baixo.
A garota descobrira mentiras e falsidades da parte de muitos de seus conhecidos próximos.
Não mentirei, a garota ficara muito magoada com isso tudo e foi um período conturbado de sua vida. Ela não queria falar com ninguém, andar com ninguém, ver ninguém. Ela não tinha mais vontade de ir à escola, nem de ficar em casa. Foi difícil para a garota, de fato.
Ela arranjou amigos novos - que para ela já são como uma família. E ela ficara muito feliz por saber que finalmente encontrara pessoas com quem ela realmente se identificara.
Pelo menos, dessa vez, ela não acha estar sendo enganada.
Encontrou um amigo em especial que já considera como um irmão. O pouco tempo que eles se conhecem não faz juz ao tamanho da amizade que possuem.
Ela descobriu o quanto as emoções de um amigo de verdade influenciam em seu próprio humor, e em sua vida.
Descobriu que não precisava mais das falsidades para viver. Se algo é falso, é porque não existe.
Ela passou por um período um tanto quanto popular em sua escola. Boatos rolavam na escola sobre si.
E acreditem, ao contrário dos filmes em que parece ser extremamente ótimo ser popular, ela não gostou nada dessa experiência.
Não falarei muito, senão não sobrará nada para os próximos capítulos.



Fim do capítulo 54;

Capítulo 53 - E talvez seja de vez;

Finalmente, Priick e eu estamos de volta.
Obrigada a todos os novos leitores e aos leitores antigos por não nos abandonarem. Significa muito pra nós, de verdade.
A garota não tem ideia de quanto tempo ela terá para o blog agora. Porém, ela tentará pagar algumas horas extras para mim.
E mais uma vez, obrigada por tudo.
E talvez, Priick e eu estaremos de volta em breve.

Fim do capítulo 53;

16 setembro 2009

Capítulo 52 - Pule!

Caros leitores,
estou aqui em nome de Priick, para pedir-lhes desculpas por ficar sem tempo para postar. E também, por não estar respondendo os comentários. Assim que puder, ela o fará.
Nas palavras de Priick:
Bem, a minha rotina é tão corrida, de verdade. Quem conhece sabe que eu não tenho tempo para muita coisa. E que a narradora deveria postar mais aqui, só que ela só trabalha com hora paga e ela não faz hora extra e bem, fica um pouco difícil para a mera mortal aqui.
Mas de fato, peço a compreensão de todos vocês para que não abandonem minha vida assim.
Obrigada a todos, *--*

De fato, como a garota anda um tanto quanto atolada, perdoem a mim e a ela por toda essa falta de capítulos em sua vida.
E agora, dando continuidade à vida de Priick, vamos pular uma semana da vida dela e pular para o próximo dia de reposição.
Logo que, nada de interessante acontecera naquela semana.



Fim do capítulo 52;

12 setembro 2009

Capítulo 51 - As desconcordadas;

E então, Priick e seus amigos, decidiram esperar por seus pais próximos ao portão da escola. Todos sentados no chão mesmo.
Enquanto conversavam, Priick comentou com uma amiga, sobre o nome do grupo de uma promoção que as duas estavam participando.
-E o nome do grupo? A gente podia mudar.
-É, eu não gosto muito do nome, não.
Após discutirem sobre alguns nomes, não entraram em acordo algum.
-Reparou que a gente não concordou em nada até agora?
-É... Podia ser as desconcordadas o nome do grupo. Imagina que legal!
-Legal? Você tá com febre? Isso parece nome de música de funk.
-É, imagina só. As desconcordadas, tuntz, tuntz, tuntz, tuntz.
Após algumas discussões, as garotas decidiram que deixariam o nome do grupo como estava.
Qualquer coisa era melhor que as desconcordadas, não?
E então, a reunião se iniciou.
A mãe de Priick pegara o boletim. E não havia nenhum I.
A não ser por um I que saira computado errado.
Ah, não há palavras para explicar a felicidade que a garota sentiu.
E então, as mães se revoltaram contra um certo professor para questionar sobre as tais notas baixas que a maioria dos alunos vinham tirando em sua matéria.
O quebra pau fora tão grande, que todos os alunos presentes acharam que sairiam mortos dali mesmo.
Ou então, que estariam mortos na terça feira - dia em que haveria aula da tal matéria.
Mas no final, ninguém saira morto.
E então, Priick fora para casa, almoçara, e voltara à escola para fazer uma prova de física.
Era algo como uma competição, uma olimpíada.
Muitas das garotas que estavam presentes no local, consideraram o rapaz que aplicara a prova um tanto quanto gato.
Priick, contradizendo todas, achou o rapaz bonito, até.
Após fazer a prova, a garota não achou que acertara muitas. Ela chutara a maioria, era fato.
Mas era só por fazer mesmo, não esperava ganhar nada.
Ligara para seu pai e esperara que ele a buscasse durante meia hora.
A garota ficara profundamente irritada por ter que esperar no portão da escola, sozinha, durante meia hora.
Só não havia ido para casa de ônibus pois estava sem seu bilhete único, e não foram a pé pois estava cansada e com seu celular em mãos e tinha medo de ser assaltada.



Fim do capítulo 51;

Capítulo 5O - Xanofobia?;

Mas que derrota, acordar em pleno sábado às 5:3O da manhã para ir à escola.
Priick nunca pensou que esse pesadelo um dia viraria realidade.
Cansadíssima, a garota levantou-se, trocou-se, e foi à escola.
Ao chegar lá, encontrara alguns de seus colegas e ficara feliz por saber que não teria que passar por aquilo sozinha.
E então, a primeira aula fora de história.
E enquanto o professor explicava algo sobre estrangeiros, ele mencionou xenofobia.
E um querido colega de classe de Priick comentou que entedera xanofobia.
Tirem suas próprias conclusões sobre a palavra.
E depois de uma sessão de risos, a aula de história acabou-se.
Os alunos tiveram uma aula de física após essa, e foram dispensados pois haveria uma reunião de pais, para a entrega dos boletins.

 
Fim do capítulo 5O;

07 setembro 2009

Capítulo 49 - Mas é um novo capítulo, e sem você nele;

E era assim mesmo que ia ser.
Ela não precisava mais dele.
Ela não queria mais a companhia dele.
Ela não gostava mais dele.
Não precisava mais das discussões.
Não precisava olhar para ele toda manhã.
Não queria mais que ele fosse o Thomas Fletcher dela.
Não queria mais o item número cinco de sua lista de aniversário como antes.
Não queria mais ver o quanto o sorriso dele era fofo.
Não necessitava mais de olhar para ele quando se falava em amor.
Não achava mais que o ódio era o sentimento mais próximo do amor.
Não achava mais que sua vida era regida por ele.
Não acreditava mais no que sua mente dizia.
Não acreditava mais nas enganações que ouvia.
Não precisava de mais tudo aquilo que ela achava que precisava.
Afinal, garotos vem e vão, mas as amizades verdadeiras são as que ficarão.

Fim do capítulo 49;

Capítulo 48 - Bipolaridade;

Priick levantou-se na sexta feira, como fazia todos os dias, chegou à escola, como fazia todos os dias.
Teve uma aula de matemática adorável, a não ser pelo mau humor do professor, uma aula de português adorável também e um recreio um tanto quanto digno.
Estava conversando com sua amiga, sobre um post num blog de uma amiga, quando um certo alguém veio falar com ela.
De fato, ela já não estava mais tão surpresa assim.
Há algumas semanas já, ela vinha se perguntando, se gostava mesmo de rival. Ele... era como um irmão para a garota, de fato. Mas... aquela mágica que ela sentia no começo do ano, havia sumido.
Era como se a amizade preenchesse o que ela sentia anteriormente. Ela se contentava com aquilo agora. E não precisava de mais nada.
E ela sabia que não estava se enganando como fizera outras vezes. Era de verdade, ela não gostava mais dele.
Mas oras, não é que a convivência trás a bipolaridade?
Após alguns esclarecimentos de ambas as partes, ficou claramente claro para a garota que a amizade supera qualquer outra coisa, e ela pode preencher o mais falso dos sentimentos - mesmo que às vezes esse sentimento pareça verdadeiro.
Quando em casa, já. A garota estava folheando alguns papéis recortados, e ela percebeu o quanto ela pensava num certo garoto que possuía duas covinhas que ela conhecia de vista.
É, parecia que o desapego de coisas falsas era uma das qualidades de Priick.
E de fato, ela não se sentia triste, não se sentia vazia, não se sentia amarga, com vontade de chorar até não poder mais. Por mais estranho que parecesse e que fosse, ela se sentia completa. E feliz por saber que tinha um amigo, e não mais um rival, e que não era mais enganada por si mesma.

Fim do capítulo 48;

31 agosto 2009

Capítulo 47 - Eu gostaria de roubar livros;

Priick levantou-se na quinta feira com medo, aflição, frio na barriga, medo de falhar, medo do I.
Afinal, naquele dia, ela e seu grupo apresentariam o trabalho de biologia.
E você não fazia ideia como a garota tinha medo de levar um I. Queria que a apresentação fosse perfeita, porém sempre havia algo que atrapalhava.
Ao acabar de relembrar suas falas, ao chegar na escola, Priick teve aula de química, aula de inglês e logo a aula de biologia.
Bem, ela estava tão nervosa. Não queria nem ver no que daria.
Queria correr dali, queria fugir, queria morrer. Queria ir à secretaria dizer que estava ruim e ir para casa. Não queria aquela apresentação.
Apesar de tudo, a apresentação correu bem, tudo deu certo.
Ao chegar em casa, após aquele dia cansativo, Priick começou a ler um livro que gostaria de ler há muito, A menina que roubava livros.
Era, sem dúvida, um livro um tanto quanto interessante, porém lhe faltava o tempo para ler.

Fim do capítulo 47;

Capítulo 46 - Oba! Aulas aos sabados;

Quarta feira se iniciava de forma rotineira. Como sempre, Priick fizera sua rotina matinal, e fora à escola. Após uma aula de história completamente sem assunto para ser citada aqui, Priick teve uma aula de física.
Nessa aula, corrigiram um exercício ou outro, e logo já era hora do intervalo.
As aulas de física, por alguma razão, costumavam passar rápido.
Na hora do intervalo, Priick e suas amigas, conversaram, riram, pensaram, discutiram, se divertiram.
Em certo momento, estavam eles, sentados perto do portão da escola, conversando, tentando convencer a garota de ir com eles até um certo parque na sexta feira.
Quando, perceberam que já passara do horário da aula, correram para a sala e a professora ameaçara tirar pontos positivos deles, porém sabiam que era só brincadeira.
Ao chegar a seu lugar, Priick olhou para a lousa e viu que tinha feito um resumo sobre aquele assunto no dia anterior.
Ah, mas que sorte, não?
Sorte de ambas as partes, de Priick que não precisaria ficar olhando para a professora com cara de boba pois não entendia nada do que ela falava, e de seus amigos que não morreriam por fazer a garota que sentava na primeira carteira chegar atrasada.
Como não precisava prestar atenção na matéria, Priick passou a aula desenhando para uma promoção que haveria. Gostara do desenho que fizera até.
Nessa mesma aula, a professora comunicou aos alunos que as reposições de aula seriam feitas aos sábados nos horários normais.
Ah, Priick adoraria acordar cedo aos sábados também para ver a bagunça de sua sala, com certeza.
Adiantando um pouco as coisas, a garota teve uma aula teórica de educação física, onde a professora ficara o tempo todo falando e orientando os alunos sobre a gripe suína.
Afinal, era recomendações do Centro.

Fim do capítulo 46;

28 agosto 2009

Capítulo 45 - Eu também sou o queridinho de geografia;

Após o professor explicar como se fazia o exercício, na lousa para que todos os alunos não fossem à sua mesa, o mesmo se retirou da sala por mais um momento.
Deixando todos ali com caras de paisagem.
O professor era um tanto quanto bipolar, não?
Após alguns momentos fora, o professor voltara.
Ele explicara o porquê de sair da sala e deixar os alunos lá quebrando suas cabeças.
E Priick achara aquilo um desperdício de tempo. Oras, por que um professor agia daquela forma?
Após passada a aula, uma professora nova adentrou a sala.
E os alunos que esperavam a professora de biologia, ficaram surpresos.
A mesma nova, apresentou-se como a nova professora de geografia.
Logo, começou a dar sua aula. E como sempre, querendo se sobressair sobre os outros alunos, rival estava lá, respondendo sempre as perguntas que a professora fazia à sala.
Como aquele garoto poderia ser assim?
Bem, Priick tinha sorte que ele somente era 'inteligente' em história e geografia. Nas outras matérias, a garota se sobressaía.
A garota parara de prestar atenção no garoto, que tentava a todo momento - por menos que parecesse - chamar a atenção da professora e voltou-se para seu caderno, anotando o que a professora passava na lousa.

Fim do capítulo 45;

23 agosto 2009

Capítulo 44 - Eu sou o queridinho do professor, oi;

Priick levantara-se novamente para um dia de aula, porém, a garota não estava tão animada assim.
Adivinhem? A primeira aula era de matemática.
Não que a garota tivesse algo contra. Ao contrário, amava a matéria - e acreditem, poucos no mundo são disso.
Era fascinada por números, e letras. Imagine só poder juntar os dois em uma matéria só? Proposta tentadora.
Então, o professor corrigira alguns dos exercícios passados na aula passada, e passara alguns exercícios do livro para fazer na hora. Feito isso, ele disse que se ausentaria da sala durante uns momentos - não com essas palavras - e o fez.
A maioria, que não estava nem aí para a lição, começou a conversar com seus colegas de carteira, ou até mesmo com aqueles que se sentavam do outro lado da sala.
Distância não é um problema quando falamos do 1ºC, acredite.
Priick, que de alguma forma, estava sem paciência pra lição, deu uma olhada somente, fez um esforço mínimo e disse que não faria.
Esperaria pelo professor para pedir lhe uma explicação de como fazer.
Bem, quando ele adentrou a sala, uma multidão correu para cima dele, a perguntar sobre como fazia o exercício, se era daquele jeito ou não, se a pessoa tinha chegado perto ou não, a questionar o porque da resposta do livro não bater com a do exercício que ele fez.
E bem, rival não estava no meio.
Será que ele tá conseguindo fazer? - Priick perguntou-se por um momento.
Espiou de soslaio o garoto e ele conversava com seus amigos.
Com certeza, ele nem ao menos estava tentando fazer.
A garota continuou a repassar um resumo de química em seu caderno.
E quando voltou seu olhar para o professor que apagava a lousa, viu rival que se aproximava do mestre da aula.
Estava dem0rando demais para ser verdade.
Fitava a conversa dos dois discretamente, a fim de descobrir o que o professor falaria para seu queridinho.
Queria saber se daria um fora como fez com todos os outros alunos que recorreram até ele ou explicaria tudo. Era um caso de honra, para ela.
Não é nada pessoal, porém, se rival lhe pedisse, o professor lhe explicaria toda a matéria de primeira série novamente e explicaria até alguns assuntos mais avançados do terceiro ano. Não duvidava muito disso.
Detestava essa 'capacidade' que o garoto possuía. Como ele conseguia ser amado por quase todos os professores sendo daquele jeito e ela sendo odiada sendo daquele jeito?
Ah, uma nota mental para Priick: lembrar-se de perguntar para ele qual a receita para ser amado por todos os professores.

Fim do capítulo 44;

Capítulo 43 - Quando eu for emo, você é hetéro;

Logo que rival sentara ao lado de Priick, a garota o estranhara.
Estava quieto, calado.
Que bicho o mordera, huh?
Mas bem, aquela paz não duraria por muito tempo.
Logo o garoto voltara a implicar com ela.
A garota tentava ao máximo ignorar o que ele lhe dizia. E com muita paciência, conseguia lidar com ele.
Tinha uma vontade de responder, de replicar, de retrucar, de rebater bem ali, porém era uma aula de artes e ela não gostaria de ser mandada à direção.
E como seu rival era um dos queridinhos do professor, o garoto sairia impune, com certeza. Mas Priick não desfrutaria de tamanha sorte.
Durante um momento na aula, a garota percebera que um dos alunos do segundo ano, estava na porta falando ao celular.
Priick apontou para o garoto e sua amiga olhara.
E rival, de intrometido - como de praxe - olhara também.
Manda um beijo para ele, Pri - disse, provocativo.
Manda você. - replicou em tom baixo para que o professor não escutasse.
Eu sou hétero.
Duvido. Deve ser gay. Você não me convence do contrário.
A garota percebeu que começariam a brigar ali, e não queria que fossem tirados da aula - pelo menos não ela.
Mas como estava de costas para o professor - e seu rival também - ele não percebera o diálogo dos dois.
Em um momento na aula, rival fizera questão de chamar Priick de emo.
Ah, a garota não deixaria aquilo passar, deixaria?
Como alguém de cabelos cacheados poderia chegar perto de ser emo?
Ela não usava preto, não usava lápis de olho, não possuía uma franja caída em um dos lados do rosto e não usava chapinha. Alguém ali estava levemente enganado.
Quando eu for emo, você é hetéro. - respondeu, com um sorriso triunfante no rosto.
O garoto somente a olhou como quem dizia você me paga.
Sorriu, cheia de orgulho para ele e voltou a fazer sua atividade.

Fim do capítulo 43;

Capítulo 42 - Sonífero;

Adiantando um pouco as coisas, chegamos à aula de artes.
Não era nada pessoal, mas a garota não era muito fã desta aula.
Claro que ela gostava das pinturas, de estudar a história dos artistas antigos, de ver como a arte era antigamente e como ela está agora, mas é só que algo naquele meio lhe dava sono.
Era como história. A garota era fascinada pela matéria, só que, na hora de estudar, lhe dava um imenso sono. A história era como um sonífero para a garota.
Se um dia quiserem dopá-la, levem-na para assistir um filme de história antiga. Ela dormirá em teu colo e se esquecerá do mundo a fora.
Retornando ao assunto da aula de artes, bem, o professor falou lhes algo sobre os tipos de pintura.
Priick fez questão de anotar para não se esquecer depois.
E logo, o professor colocou alguns objetos sobre a mesa e pediu para que os alunos desenhassem-no.
O desenho de Priick não ficara tão ruim assim, até.
A garota gostara. Não ficou tão desproporcional quanto ela achou que ficaria. Ficou feliz por isso.
Num outro momento da aula, seu rival fora um tanto quanto obrigado pelo mestre da aula a sentar-se ao lado de Priick.
Hm, aquela seria uma looonga aula de artes, não?

Fim do capítulo 42;

22 agosto 2009

Capítulo 41 - Nossa, como você tá bonita hoje;

Priick abriu a porta com cautela, com medo, com ansiedade, com alegria, com emoção, com tristeza, com um mix de sensações.
E para seu alívio - de certa forma - era só seu vizinho de carteira.
Ufa! - pensou.
E logo em seguida começou a questionar-se mentalmente o porquê daquele ufa. Estava ela esperando que fosse outra pessoa ali e nem mesmo ela sabia?
Queria que fosse outra pessoa no lugar dele - mesmo que no fundo?
Não sabia e resolveu não pensar.
Colocou seus materiais sobre sua carteira, foi até o colega e cutucou o mesmo.
Eu que mal lhe pergunte, mas o que você tá fazendo? - perguntou curiosa.
Sabia que seu vizinho de carteira era um tanto quanto doido, pirado, com umas ideias nada convencionais, mas era bom perguntar antes de chamar o hospício ou comunicar a diretoria da escola, não?
Ah, nada. Pensando. - respondera.
Priick ficara feliz em saber que o colega não estava tendo um surto, um ataque do coração e nem estava pensando em se matar.
Nossa, como você tá bonita hoje. Tá parecendo uma estrela. - comentou seu amigo.
A garota surpreendeu-se. Ela tinha se arrumado, sim. Mas não havia nada nela que não estivesse lá nos outros dias de aula.
Ah, obrigada. - agradeceu. - Mas eu tô normal.
Não, você tá diferente hoje.
Tá insinuando que eu não sou bonita todos os dias, huh?
Não, não é isso. É que... ah, você me entendeu. -
fez o garoto se atropelar enquanto falava.
Priick adorava deixar os outros sem graça e fazê-los atropelar as palavras era uma de suas especialidades.
Não era por maldade que fazia isso. Era um tanto quanto divertido, assumia.
Mas era seu jeito de ser.
Não dava pra ver perfeitamente como ela gostava de deixar rival com vergonha e se palavras, huh?
E então a garota ficara conversando com seu amigo ali, até os outros colegas de classe chegarem.
Ao lotar da sala, começaram a conversar.
Priick sentira falta disso. Ah, como sentira!
Com o passar das aulas, ela recebera elogios de vários colegas de classe.
Hm, parecia mesmo que algo em Priick estava diferente, não?

Fim do capítulo 41;

Capítulo 4O - Quem?;

Priick levantou-se ao sinal de seu despertador. Para falar a verdade, a garota acordou antes mesmo do despertador tocar. Para ser mais sincera ainda, a garota não conseguira dormir um minuto sequer à noite. Acordara a cada duas horas.
Seria isso ansiedade, nervoso, alegria, animação ou o que, novamente? Bem, nem ela fazia ideia do que era.
Ao acordar, Priick pegou a roupa que separara cuidadosamente no dia anterior, trocou-se e olhou-se no espelho. E sem querer se gabar, ótimo - pensou.
Comera qualquer coisa rapidamente, e chamara seu genitor.
Logo, estavam na escola.
Priick adentrou os portões de sua escola. E apesar de não haver muitas pessoas ali, alguns olhares se voltaram para ela.
A garota vestia uma camiseta preta com desenhos em vermelho, branco e alguns detalhes com glitter prata, sua calça jeans azul, e seu tênis bege. Seu cabelo possuía cachos arrumados e uma fivela de strass no lado direito do cabelo. Seu relógio
Ela não pensara que olhariam para ela. Ela costumava ser tão invisível naquele lugar. Tanto quanto Lucca.
E além do mais, ela não estava acostumada com aquilo. Porém, seguiu confiante até o portão de entrada para o prédio.
O vento frio e nada acolhedor, bateu em seus rosto e a fez tremer e se xingar mentalmente por um instante por não estar com uma blusa de frio mais quente.
Esperou por alguns momentos e adentrou sua sala.
Julgou não haver ninguém lá, apesar de a luz estar acesssa. A curiosidade passou novamente por sua mente, e espiou pela porta se havia alguém ali dentro.
E percebera que havia alguém deitado na mesa do professor.
Mas... quem poderia ser?

Fim do capítulo 4O;

Capítulo 39 - Maldita gripe;

Priick permanecera em casa durante duas semanas e mais alguns dias por causa da gripe A1N1.
E essas foram algumas das duas semanas e alguns dias mais tediosas de sua vida.
Ah, não havia nada para fazer. Era fato.
Somente conversava com seus amigos por msn, ia à casa de sua prima algumas vezes, e cuidava da peste de seu irmão.
Ela dormia por volta das 2 da madrugada e acordava ao meio dia no dia seguinte. Realmente, era uma vida boa, não trocaria por nada. Porém, era entendiante.
Não tinha graça sem se levantar todos os dias às 5:3O com falta de vontade, e chegar à escola, rever sua segunda família, rever seu rival. Ah, isso era insubstituível. Sua rotina não tinha preço.
E durante esse tempo todo que esteve em casa, Priick ficara doida por causa do layout de seu blog.
Céus, não podia ser tão difícil assim fazer um layout para blog, podia?
Até os mais capengas conseguiam, por que ela não conseguiria?
Toda hora, algo dava errado. Fosse o código da página que estava com erro; fosse o tamanho da foto que era insuficiente; ou suficiente até demais; era a área dos posts que estava desproporcional; era a caixa de comentários não aparecendo;
Realmente, aquilo estava levando Priick à loucura.
Não sabia mais o que fazer. Baixara inúmeros programas de auxílio, mas nada.
Como era possível a garota saber mexer com HTML e não saber lidar com um simples layout de blog, huh?

Fim do capítulo 39;

Capítulo 38 - Está chovendo oceanos e que bom que não tem aula;

Priick levantou-se na quarta feira de manhã - que mais parecia noite - e se encaminhou à sala.
Bem, parecia ser uma boa hora para se levantar. Olhou para o relógio e semicerrou os olhos. Algo por volta das 1O:3O da manhã.
Encaminhou à cozinha, tomou café.
Olhou pela janela e ah, chovia oceanos lá fora. Ainda bem que não tinha que ir à escola.
Imagina como seria ter que voltar de ônibus para casa com aquela chuva toda lá fora. Preferiu parar de pensar no assunto.
Foi à sala, embrenhou-se em seu edredom e assistiu a TV.
Após algum tempo, entediada, ligou seu computador, respondeu algumas pessoas no msn e decidiu que trocaria o layout de seu blog.
Pobre Priick, mal sabia ela que isso lhe daria um trabalho enorme.

Fim do capítulo 38;

Capítulo 37 - Bendita gripe;

À noite, no msn, com um amigo, Priick comentara sobre o tal 'recesso' que as escolas estavam fazendo por causa da gripe A1N1.
E começaram a se perguntar se sua escola entraria ou não 'de férias'.
Seu amigo ligara na escola, e após vários e vários momentos de agonia e ansiedade em saber se teria mais algum tempo em casa, receberam a notícia.
Passariam mais duas semanas confinados em casa, obrigados a conversar por msn.
O tédio tomaria conta de Priick.
A garota ficaria louca, doida e paranóica com todo aquele tempo em casa com seu irmão e as reformas e seus pais e os telefonemas e o msn e seu blog e seu programa de editar fotos.
Enlouqueceria. E já previa isso.

Fim do capítulo 37;

15 agosto 2009

Capítulo 35 - O gato que me seduz;

A pedido de uma amiga de Priick, irei postar esse capítulo antes e interromper toda a cronologia encontrada aqui.
Priick se encontrava em um chat sobre uma banda, quando uma amiga citou a frase: imagem de gato que me seduz na cabeça ao se referir a seu vizinho fofo.
O 'apelido' para o garoto pegou e elas o chamaram desta forma.
Após algum tempo conversando sobre gato que seduz, a amiga de Priick foi atrás de uma foto do tal garoto, para mostrar. E para as garotas verificarem se ele era mesmo fofo.
Do ponto de vista de Priick, o gato que seduz é realmente fofo.
As aparências podem enganar, certo?
E a foto não fazia muito jus ao garoto.
Porém, se aos olhos da amiga de Priick ele parecia fofo, que outra pessoa seria idiota de discordar?
Após mais algum tempo de conversa, Priick descobrira que sua amiga nem mesmo falava com ele. Mas como assim?
Priick disse à sua amiga que queria até se mudar para perto de lá para falar ao menos um oi para o garoto.
Mas a amiga de Priick disse que pensaria no caso de falar com ele. Logo que os dois mal se conheciam.

Fim do capítulo 35;

Capítulo 36 - Como eu adoro biologia;

Na aula de biologia, a professora informou os alunos que eles fariam um trabalho.
Ah, Priick torcera para que não fosse em grupo.
Detestava tudo que fosse relacionado a grupos. Tinha aversão a isso. Simplesmente, a garota não se dava muito bem com várias pessoas fazendo um mesmo trabalho.
Várias opiniões em conflito ao mesmo tempo e no mesmo lugar, faziam Priick ficar doida.
E por fim, a professora revelou os temas do tal trabalho que seria feito em grupo.
Priick se xingou mentalmente por estudar naquele lugar, naquela hora e não se dar bem em grupos.
Mas no final das contas, parecia que tudo daria certo.
E Priick contava que daria.

Fim do capítulo 36;

14 agosto 2009

Capítulo 34 - Ainda bem que você não estava lá;

Terça feira se iniciava. Priick desligara seu despertador, se levantara, se arrumara e assistira seu desenho.
E de tão impaciente que estava, a hora parecia não passar.
Sua impaciência possuía nome, sobrenome, endereço e até RG: aula de matemática.
Se encontrava impaciente de tal forma para que pudesse ver o que havia feito de errado. Afinal, três R e um I poderiam deixá-la com I realmente?
E lentamente, os minutos se passaram.
Ao chegar à escola, os alunos - que esperavam ter duas aulas vagas antes de qualquer ensino - se depararam com um professor de matemática adentrando a sala.
Questionaram o mesmo sobre o que fazia ali. Logo que, eles possuíam aulas vagas.
O mesmo respondera, de um modo um tanto quanto arrogante, que agora era sua aula e que o horário havia sido mudado.
Rebateram com o argumento de que ele não poderia dar aquela aula, logo que não se possuía a presença de todos os alunos em classe.
Porém, dissera que mesmo que os alunos não estivessem, a culpa não era dele e ele daria a sua aula.
Mesmo com os alunos faltantes, tiveram a aula.
O professor entregara os trabalhos e as provas logo em seguida.
Priick conferira com as provas de alguns colegas de classe e percebera que, alguns exercícios em seu trabalho estavam errados e no trabalho de outros, estava certo.
Perguntou-se o porquê daquilo e não achara motivo algum.
E bem, aproveitou-se da ausência do professor no recinto e falou tudo o que tinha para falar. Tudo o que devia falar e não falara em sua frente pois ele gritaria com ela.
E rival, ainda bem que você não estava lá.
Devo-lhes confessar, Priick não teria feito tal 'escândalo' se seu rival se encontrasse no local.
Ela não ousa de nada na presença dele. Ela - de certa forma - tem medo dele. Ela tem medo de algo que ele possa dizer para ela. Ela tem medo de que ele diga algo que a machuque. Ela... é só insegura de você, rival.
E feito o seu 'escândalo', a garota respirou, pensou no que seu ídolo faria e sentou-se em sua carteira e assistiu ao resto da aula.

Fim do capítulo 34;

10 agosto 2009

Capítulo 33 - Aí teve o rala e rola;

Passando um pouco, chegamos à aula de português.
A coordenadora da aula entregou algumas redações atrasadas de seus estudantes. E comunicou aos mesmos que as redações encontravam-se em estado, um tanto quanto deplorável, logo que erros de gramática eram frequentes, erros de concordância o mesmo, e as histórias não eram lá das melhores.
E com isso, teria que tomar alguma medida para que os alunos melhorassem. Se já estavam assim em uma redação da escola, como estariam numa redação do ENEM?
Discutiram durante alguns momentos sobre como fariam sobre as redações e acabou em pizza.
Deixariam para a próxima aula.
Passando um pouco, chegamos à aula de artes, o professor pediu para que os alunos fizessem grupos de quatro ou cinco alunos.
Feito isso, disseram que fariam uma atividade sobre quadrinhos na pré história
O grupo de Priick decidiu que desenhariam sobre um homem da pré história que iria até o tempo em que os dinossauros ainda estavam na Terra e os avisariam sobre o meteoro que cairia.
Como uma boa narradora, não lhes direi como a história termina e procurarei o desenho para publicá-lo aqui.
E então, depois que os grupos terminaram de desenhar, trocaram de desenhos e teriam que desenhar uma continuação para ele.
Assim que o fizeram, os grupos tinham que falar em voz alta como continuaram as histórias.
E isso, rendera boas risadas até do mestre da aula.
Um dos grupos, comentava sobre como continuara a história, quando um dos integrantes, falou algo um tanto quanto inusitado.
'Aí teve o rala e rola e a mulher pariu um mamute.'
Fora impossível conter os risos. Nem o professor se conteve. Realmente, ninguém poderia se esquecer daquilo.

Fim do capítulo 33;

07 agosto 2009

Capítulo 32 - Não quero ficar de vela pros dois;

Segunda feira se iniciava com o despertador tocando. E como sempre, Priick o desligara, fizera sua higiene matinal, e ligara a TV.
Caçou por alguma coisa boa, mas parecia não estar passando nada de interessante. Era incrível o quão monótona podia ser a TV as 6 horas da manhã de uma segunda feira.
Enquanto mudava de canal incessantemente, descobriu que estava passando Os Simpsons. Decidiu que assistiria.
Após assistir seu desenho, foi à escola.
Ao chegar lá, não havia quase ninguém na sala.
Fora para a entrada da escola e ficaram conversando sobre um certo livro que uma de suas amigas emprestara para um amigo.
Ah, e como o livro deu o que falar.
Comentaram sobre uma fanfic que possuía o mesmo nome do livro; sobre como os personagens do livro estariam hoje em dia; sobre as vírgulas que faltavam nos parágrafos; sobre as palavras em francês; sobre as frases que eram entre parênteses ao invés de itálico;
O livro e os comentários sobre o mesmo geraram boas risadas.
Durante alguma de suas risadas sobre o livro, avistaram rival, no portão do colégio.
Uma amiga de Priick até brincara, ao fazer o comentário:
'Ha, ha, vamos pra lá. Não quero ficar de vela pra Priick e pro rival dela.'
Priick lançou um olhar fuzilante para sua amiga e a mesma calou-se.
Afinal de contas, ela não possuía nada com rival.
E rival, bem, esse não parecia ter muito interesse por Priick.
Rival, ao passar pelas garotas, cumprimentara as mesmas.
Priick ficara um tanto quanto surpresa pelo fato de rival tê-lo feito.
Ela sempre tinha que ir falar com o rapaz. Caso contrário, ele não falava com ela.
Quem seria aquele e o que ele teria feito com o rival?

Fim do capítulo 32;

03 agosto 2009

Capítulo 31 - Fim de semana compactado;

O fim de semana se passou num estalar de dedos, logo que, Priick não saira de casa para nada.
Vigiara seu irmão no videogame, mexera no computador e nada de mais.
E logo, já era segunda feira.

Capítulo 31 - Aula? Vaga;

Sexta feira. Não teria aula.
Fora explicado aos alunos do 1ºC que não haveria aula naquele dia pois um conselho de classe ocorreria depois do lanche e seria inútil que eles fossem à escola para uma aula e voltassem, correto?
E foi mesmo bom que não tivesse aula. O ânimo de Priick para que tivesse aula de matemática naquele dia sumira completamente.
Mas afinal, quem precisava de matemática mesmo?
Para que ela dedicara todos os seus anos anteriores na escola à matemática mesmo?
Não, notas altas em matemática não contam de nada, não é?
Nenhuma faculdade se importa se você tirou I ou um MB em matemática porque o que eles querem mesmo, é ver a sua nota em educação física para saber se você tem um bom condicionamento físico para subir e descer as escadas dos milhões de matérias que você vai fazer para ser alguma coisa que não envolva matemática.
Nada como engenheiro, contador, químico, físico, mecânico, engenheiro da computação... imagina se uma profissão complicada como essas precisa de matemática? Psh.
E é óbvio que Priick não quer ser nada dessas coisas. Ela nunca gostou de mexer com número mesmo.
Tomemos como exemplo o próprio mundo: ele não precisa da matemática para sobreviver, precisa?
É claro que não. Ninguém precisa de matemática para fazer lâmpadas, para fazer portas, para fazer casas, pavimentar ruas, fabricar carros, gerar computadores de últimas geração, muito menos para levar o homem ao espaço, não é?
A matemática é algo inútil ao mundo, venhamos e convenhamos.

Fim do capítulo 31;

Capítulo 3O - O que eu faço de errado mesmo?;

Após ouvir aquela nota, Priick sabia que ficaria de d.p. de uma forma, ou de outra.
Várias pessoas da sala de aula não haviam feito nada durante o bimestre inteiro e ainda conseguiram ficar com R, como Priick ficara com I?
Ela fazia todas as lições; sentava-se na primeira carteira; respeitava o comandante das aulas; não fazia barulho durante suas explicações; entendia a matéria como ninguém; possuía até paciência para explicar para aquele que não entendiam;
Não era possível. Não era possível. Não era possível.
Priick perguntou-se o caminho todo para casa o que estava fazendo de errado.
Afinal, não seriam coisas certas que teriam a levado a essa caminho.
Será que Priick estava errada em sentar na primeira carteira? Ou em fazer todas as lições? Era algo tão banal assim não respeitar o professor enquanto ele falava? Ou seu pior e mais punível erro era compreender a matéria?
Estava arrasada. Como poderia ter ficado com menos de R quando suas notas no ano anterior com as mesmas matérias tinham sido 9 ou mais?
Calou-se durante o caminho até sua casa perguntando o que tinha feito de errado.
E lembrou de perguntar depois a seu rival como fazer para ser o queridinho do professor.

Fim do capítulo 3O;

Capítulo 29 - I;

Quinta feira iniciava-se e novamente Priick acordava às 5:3O, como de costume.
Estava ansiosa para a aula de quinta feira, não que quisesse ter aula de inglês, física e português. Mas por ver seus colegas de classe mesmo.
Fez sua higiene matinal, foi à escola. Ao chegar lá, a aula de português foi produtiva, até. Não há muita coisa que possamos comentar sobre ela aqui.
Adiantando um pouco o dia, chegamos à aula de inglês.
A professora questionou aos alunos como foram suas férias e eles teriam que responder em inglês. Priick o fez com facilidade. E não sabendo o motivo, sentiu-se fuzilada por alguém com o olhar. Talvez fosse só o fato de ter citado alguma ou outra palavra de forma errada.
A professora deu um jogo de tabuleiro para os alunos. Era algo sobre as férias. Teriam que ir respondendo conforme as perguntas nos tabuleiros. Priick juntou-se a um colega de classe e jogaram juntos.
Nos momentos finais da aula, o professor de matemática adentrou a sala para anunciar algo aos alunos. De imediato, todos ficaram apreensivos. Poderia se tratar da aula do dia seguinte.
O professor comunicou-lhes que não possuía as notas das provas, porém possuía a média dos alunos.
Pediram ao professor que passasse as notas, caso fosse possível. E ele o fez.
A apreensão dominava a sala de aula. Os alunos cruzavam os dedos e davam as mãos rezando para que suas médias não fosse um I. Pelo menos um R. Deus existiria também.
E não deixaria que Priick tirasse outro I. Não deixaria que ela ficasse de d.p.
Priick temia - e muito - ficar com outro I nesse bimestre. Não podia de forma alguma acontecer.
Ela se esforçara naquele bimestre. Estudara em casa até - coisa que ela não fazia quando em casa.
O número de seu amigo vinha antes do de Priick. Suspirou aliviada ao saber que o amigo ficara com nota R.
Ao chegar em seu número, suspirou derrotada, antes mesmo de ouvir sua nota:
'Não tem jeito, é I'
E quando o professor anunciou o número de Priick, o veredicto foi dado: I.

Fim do capítulo 29;

02 agosto 2009

Capítulo 28 - Sim, eu senti sua falta;

Quarta feira iniciava-se de uma forma costumeira. Porém não era uma quarta feira costumeira. Não para Priick.
A volta às aulas era algo que estava realmente intrigando e preocupando Priick. A garota havia estado inquieta há dias. Imaginava se seu rival estaria, ou não lá. Se ele falaria ou não com ela. Imaginava se seus amigos comentariam que ficara mais bonita com seu novo corte de cabelo. Se alguém repararia.
Acordara antes mesmo do despertador soar 5:3O da manhã. Fez sua higiene matinal e foi à sala.
Os minutos pareciam não querer passar. Fizera tudo aquilo e ainda havia tempo restante para as 6:OO. Seria verdade mesmo?
Acordara seu genitor. Fora à cozinha. Comera algo. Impaciente, foi até seu quarto, pegou seu perfume novo e experimentou.
Não parecia ser tão ruim assim. Passou e decidiu que iria com ele à escola.
Ao chegar à escola, ainda era cedo - bem cedo, devo acrescentar. Não havia nenhum de seus colegas lá ainda. Parece que teria que esperar um pouco mais.
Durante alguns cinco minutos, esperou impacientemente. E logo, uma colega sua chegou para lhe fazer companhia. E logo mais, uma par de colegas fez lhe companhia também.
Conversaram, conversaram, conversaram. Era ótimo rever todos os colegas de classe que estavam ausentes durante as férias.
Viu seu rival. E bem, ela ainda sentia tudo o que sentia por ele antes das férias, pode ter certeza no que digo.
Tiveram aulas costumeiras de uma quarta feira.
Nas duas últimas aulas, haveria um café da manhã comemorativo em homenagem aos alunos pelo seu ótimo trabalho na festa junina. Mas Priick e alguns de seus amigos decidiram que não seria interessante demais ficar ali. Foram embora conversando.
Um trecho dessa conversa merece ser destacado aqui:
'-O que eu fiz pra você que você implica tanto comigo, hein?
-Nasceu.'
Deixo a critério de vocês descobrirem de quem é cada fala.

Fim do capítulo 28;

31 julho 2009

Capítulo 27 - Férias;

Férias, do ponto de vista de Priick são um momento altamente entediante e completamente relaxante.
Olhe pelo lado bom da coisa, você pode passar o tempo que você quiser na cama e não haverá nenhum energúmeno para incomodar você e falar que está na hora de acordar para fazer isso ou aquilo; você pode olhar para a tela da TV ou do computador por horas seguidas sem alguém irritar você por não ter feito aquela lição ou aquele trabalho atrasado; você pode acordar ao meio dia e ir dormir a meia noite;
Mas há também o lado ruim da coisa, claro, você tem que aturar seus irmãos mais novos (ou mais velhos) irritando você porque eles estão de férias e podem fazer o que bem entendem da vida; e eles podem ameaçar seu pai ou sua mãe caso você diga que ele não pode; você não vai à escola ver seus amigos; passa um bom tempo sem ver seu rival; você não sai tanto de casa quanto você saia antes;
Mas olhe pelo lado bom, novamente. Só a palavra férias faz você se sentir bem, não faz?
Não é recompensante ouvir essa palavra após tanto tempo de sofrimento e stress?

Fim do capítulo 27;

28 julho 2009

Capítulo 26 - É;

Não, não poderia ser ele.
Seria sorte, ou azar demais da parte de Priick.
Ela ainda gostava de seu rival... certo?
De qualquer forma, olhou para o garoto e sorriu.
O loiro olhou de volta e sorriu.
Depois de algum tempo, estavam todos a jogar videogame, conversar, comer, essas coisas.
Não registrarei aqui todos os eventos ocorridos. Seria perda de tempo e não seria interessante que outros lessem-no aqui.
E era verdade que Priick encantara-se com o rapaz. Sem dúvida, ele possuía muitas das capacidades que seu rival parecia não possuir.
Ela amava seu rival, isso era indiscutível.
[...]
Após algum tempo de conversa, trocaram msn, e foram para suas respectivas casas.

Fim do capítulo 26;

18 julho 2009

Capítulo 25 - o loiro perfeito;

Em certa ocasião, Priick encontrava-se viajando de férias com sua família.
Não possuía nada para fazer. E como naquela cidade não havia muitas 'pessoas' de sua idade, resolveu que iria à 'loja' de seu tio acompanhando sua genitora.
Ao chegar lá, fora recebida por sua tia. A mesma e sua genitora começaram a conversar.
Logo, uma 'cliente' chegou. E sua tia apresentou-as à cliente e uma garota de sua idade - sua filha.
Após isso, a tia de Priick e sua mãe ficaram a conversar dentro do escritório.
Priick, entediada com toda aquela conversa, estava sendo deixada de fora.
Foi à varanda, olhar o movimento da rua - que a propósito, não era grande.
Após estar lá durante uns momentos observando um rapaz - que julgou ser um policial - multar o carro estacionou de modo incorreto na loja ao lado, seu tio, sua tia e sua mãe, se juntaram a ela na varanda.
Desviou seu olhar um momento para o chão, abaixo da varanda. Reparou no carro que havia estacionado lá.
Um belo carro, não devo deixar de ressaltar. Porém, como meus conhecimentos de narradora são vagos, Priick não informou-me qual era.
Olhou por entre a janela do automóvel e viu um garoto - aparentemente bonito, a propósito - a brincar com seu videogame ou celular. Ele parecia completamente entertido, já que não olhava para os lados e nem desgrudava os olhos da pequena tela.
Queria conhecê-lo. Porém lhe faltava a coragem para que fosse até ele.
Não fora até ele, e passou algum tempo mais assim que chegou em casa pensando sobre ele. De onde ele seria? Ele morava perto dali ou era mais um daqueles garotos que vieram da cidade grande? Será que seu cabelo era loiro natural ou era tingido? Seria capaz de trocar rival por ele? Será que ele seria legal quanto rival era? Ele teria o mesmo humor infantil de rival?
Mas por mais que pensasse nele, seu rival lhe vinha na cabeça.
Mais tarde, iriam à casa de seu primo para jogar video game, essas coisas de criança.
Ao chegar lá, ficaram jogando video game até que Priick avistou um garoto loiro na porta.
Não, não seria possível.

Fim do capítulo 25;

Capítulo 24 - Prós e contras;

Priick resolveu fazer uma lista mental dos prós e dos contras do fator 'amar rival'.
Antes de julgarmos, analisemos os prós e os contras e faremos um balanço.

Prós;
1 - O amor é um sentimento bonito. E se eu o amo, eu tenho um sentimento bonito dentro de mim. Isso significa que eu não sou tão má assim quanto todos dizem;
2 - Se eu estou à procura de um namorado, eu tenho que amar alguém, não tenho?;
3 - Ele sempre me deu razões e motivos para amá-lo. Negue-me que não, que lhe direi que sim;
4 - O amor melhora as coisas. O que demonstra o meu aproveitamento escolar subindo;
5 - Há aquele fato também que meu amigo me contou, e que não posso revelar aqui, mas caso queiram saber, me contatem;

Contras;
1 - Eu só perco meu tempo amando quem não me ama;
2 - Ele 'abusa' de mim, com certeza, alguém deve ter contado a ele que eu o amo, logo, ele tira proveito disso;
3 - Céus, ele é feio;
4 - Céus de novo, a personalidade dele não é lá a mais bonita do mundo;
5 - Ele costuma me ignorar a maior parte do tempo;
6 - Ele quer me mudar;
7 - Ele vive me criticando;

Paremos por aqui, há motivos demais na lista dos contra e alguns que não precisam ser citados aqui.
Analisando agora, os fatores que vemos nas listas acima. Priick parece ter o total direito de excluir rival de seu coração, não tem?

Fim do capítulo 24;

Capítulo 23 - Amor?;

Caros leitores, vocês, que são os confidentes das palavras carinhosas que escrevo representando os pensamentos de Priick, respondam-me:
'Priick parece mesmo gostar de seu rival?'
Quando refiro-me a esse gostar, não é um gostar de amigo. Troquemos por outra palavra, com um significado mais profundo. Amar.
Priick parece amar seu rival?
Parece mesmo amor o que ela sente por ele?

Em um certo dia, enquanto conversava com uma antiga amiga no msn, leu e releu sua conversa no msn, várias vezes, até certificar-se de o que lia era verdade.
'Você o ama' - sua amiga confirmou-lhe.
Porém, havia algo um documento em anexo naquela conversa que eu não posso revelar aqui, pois a antiga amiga de Priick ficaria um tanto quanto revoltada.
E logo que Priick leu e releu aquele documento, começou a se perguntar, incansavelmente até achar uma resposta 'Eu amo meu rival?'
Quanto mais a garota se perguntava, mais a resposta parecia se esconder dentro de si. Ela não conseguia responder àquela simples pergunta.
A partir disto, começou a duvidar de seu amor por rival. Não teria confundido um irmão com um amado? Não teria achado em rival todas as qualidades que queria em um amigo que teria se apaixonado? Não se enganou ao olhar rival com as lentes trocadas?
Questionou-se durante dias e dias. Porém não encontrava a resposta para isso de modo algum.
Sua família programou uma viagem.
No meio desta viagem toda, conheceu um rapaz - cujo deixo para comentar em um próximo post -, o que a fez contestar ainda mais seu amor por rival.
Pensara em todos os prós e em todos os contras.
Era tudo tão justo com ele e tão injusto para com ela.
Não deveria ser assim, deveria?

Fim do capítulo 23;

Capítulo 22 - Glamour;

Quem me indicou foi a Pam (http://pensando-altoo.blogspot.com/) e a Anna (http://jujubademelao.blogspot.com/)

1ª Deve exibir o selinho em seu blog.


2ª Postar o link do blog que te indicou.

3ª Listar 05 desejos de consumo que a deixariam mais glamurosa.

4ª Indicar 10 amigas(o) glamurosas e avisá-las que foram escolhidas.

1 - meu loiro perfeito;
2 - o blog bombando;
3 - que meus cachos não se revoltassem tanto contra mim;
4 - eu me tornar uma escritora;
5 - aprender a escrever bem;

As dez amigas glamurosas de Priick:
http://jujubademelao.blogspot.com/
http://eusouajeyse.blogspot.com/
http://pensando-altoo.blogspot.com/
http://myendlessfeelings.blogspot.com/
http://cabelocorderosa.blogspot.com/
http://umpoucodeamoreodio.blogspot.com/
http://loucasaleatoriedades.blogspot.com/
http://procurei-em-sonhos.blogspot.com/
http://www.jessicasilvajsm.blogspot.com/
http://garota88.blogspot.com/

Fim do capítulo 22;

Capítulo 21 - J'Adore Tien Blog;

Quem indicou este selo foi a Char (http://procurei-em-sonhos.blogspot.com/)

Regras:
01. Colocar o selo no blog;
02. Indicar 10 blogs que a gente adore;
03. Informar aos "premiados";
04. Dizer 05 coisas na vida que a gente adore e porquê.

1 - meu rival, sem dúvidas;
2 - assistir sakura card captor;
3 - a minha segunda (e a primeira) família;
4 - escrever;
5 - música;

Os blogs que Priick indica:
http://pensando-altoo.blogspot.com/
http://procurei-em-sonhos.blogspot.com/
http://jujubademelao.blogspot.com/
http://kau-imsosick.blogspot.com/
http://myendlessfeelings.blogspot.com/
http://infinitemelodie.blogspot.com/
http://mundinhocookie.blogspot.com/
http://back-to-rehab.blogspot.com/
http://umpoucodeamoreodio.blogspot.com/
http://eusouajeyse.blogspot.com/

Fim do capítulo 21;

Capítulo 2O - Carpe Diem;

Quem me deu esse selo foi a Raai M. (http://umpoucodeamoreodio.blogspot.com/) Obrigada.

http://1.bp.blogspot.com/_sKVUHqlo1Ls/Sj-kodd2-ZI/AAAAAAAAACs/ylE6r06a6ak/s200/carpe_diem.jpg

Regras: Indicar os 10 blogs “Carpe Diem” na sua opinião e responder o que significa “colher o dia” para você.

Colher o dia, três palavras, mas com um significado com muitas palavras a acrescentar.
Significa ver o melhor do dia, em cada parte, mesmo que insignificante.
Significa brigar com seu rival, por besteiras, e saber que está tudo bem.
Significa acordar todas as manhãs, e encontrar toda sua segunda família na escola, e falar bom dia a todos, mesmo que alguns não retribuam.
Significa passar um dia - mesmo que estressante - acumulando coisas e coisas em sua cabeça, e poder descarregar tudo neste blog e saber que pessoas irão ler e gostar.

Os dez blogs que Priick indica:
http://eusouajeyse.blogspot.com/
http://www.jessicasilvajsm.blogspot.com/
http://mundinhocookie.blogspot.com/
http://myendlessfeelings.blogspot.com/
http://pensando-altoo.blogspot.com/
http://rafaelaks.blogspot.com/
http://truthsforyou.blogspot.com/
http://eupoems.blogspot.com/
http://procurei-em-sonhos.blogspot.com/
http://pirulito-no-palito.blogspot.com/

Fim do capítulo 2O;

Capítulo 19 - Selos;

Agradeço imensamente em nome de Priick pelos selos que nos foram concedidos por todos vocês que acompanham aqui.
Irei postar todos e seguir suas regras nos próximos posts.
Ficamos honradas em ter recebidos esses selos.
De algum modo, eles significam muito para Priick.
Obrigada novamente.

Fim do capítulo 19;

Capítulo 18 - A volta daquela que não foi;

Caros leitores,
venho ensaiando há muito para dizer lhes isto, porém só encontrei um tempo vago e menos confuso agora.
Portanto, vamos ao que interessa.
Venho por meio deste, pedi lhes desculpas em nome de Priick por não estar deixando os atualizados sobre as notícias.
Minha cabeça de reles narradora tem estado extremamente ocupada com coisas que são irrelevantes citar aqui. E a cabeça de Priick não tem parado um só momento. Algo está sempre ocupando-o.
Seu tempo tem estado escasso. E seu pensamento só gira em torno dos estudos.
Desculpem-nos novamente por deixar este espaço tão abandonado.
Porém, tentarei arranjar um espaço em minha cabeça de narradora para escrever aqui.
Quanto a Priick, não prometo nada. Logo que, o terceiro bimestre se anuncia e para não ficar de 'd.p.', ela tem que se esforçar na escola.

Obrigada pela atenção e esperamos que tenham compreensão.
Atenciosamente, Narradora e Priick;

Fim do capítulo 18;

11 junho 2009

Capítulo 17 - Mais que um grupo, uma família;

Domingo se iniciava da mesma forma que o dia anterior: com o despertador tocando as 8:30 anunciando que era hora de se levantar para mais um dia de DNA.
Novamente, seu irmão dormia, e não poderia acordá-lo. Esperou o mesmo acordar. Fez sua higiene matinal, tomou café da manhã e logo pôde ligar o computador.
Não encontrou todos seus colegas de equipe online. Porém, momentos após, quase todos estavam online.
Agora, corriam contra o tempo. Só tinham mais esse dia para resolver mais da metade dos enigmas que faltavam.
E sem contar que, haviam equipes de sua escola que já haviam respondido todas no dia anterior - e algumas equipes até mesmo sem pular nenhum enigma.
Assustaram-se, mas continuariam respondendo. Chegaram até ali, desistiriam justo agora?
Responderam na medida do possível. Em poucos momentos, encontravam-se todos da equipe online. Na maioria das vezes, só estavam Priick e outro colega de equipe resolvendo os enigmas. Porém possuíam garra e não se deixavam assustar somente por isso.
O dia se passou e eles continuaram a responder os enigmas.
Priick parara durante uns momentos para assistir a seus ídolos num programa que era exibido todos os domingos. Ficara feliz por vê-los no Brasil novamente, porém tinha obrigação a cumprir com o DNA e logo voltara para o computador.
Uma hora e alguns minutos antes da hora de término do prazo para a entrega das respostas, terminaram todos os enigmas e comemoram - por msn mesmo.
Priick ficara tão feliz por terem terminado, que chegara a gritar, gritar mesmo. Quase ensurdecera sua vizinhança.
Gostara da experiência. Era a melhor coisa do mundo quando ela colocava a resposta no espaço e aparecia a mensagem avisando que estava correta. Era tão recompensante.
E conversaram no msn sobre a etapa toda. Sobre os primeiros enigmas, das brigas, das horas em que queriam muito pular, porém não pularam, da hora em que tiveram que abandonar momentaneamente o DNA, das últimas perguntas que estavam muito faceis, de Priick e seu colega de equipe que respondiam as perguntas quase sempre ao mesmo tempo - e ficavam sem saber quem havia acertado -, sobre sua colocação final, sobre como a família os ajudara, como discutiram com a família sobre o DNA, sobre as horas gastas na internet sem nem ao menos entrar no orkut, sobre as boas risadas entre os enigmas, entre muitos outros assuntos.
E logo, perceberam que eram mais do que um simples grupo de um desafio nacional, eram uma família.

Fim do capítulo 17;

Capítulo 16 - Vamos pular!;

Sábado se iniciou gelado, com o despertador de Priick anunciando que eram 8:30 da manhã e que ela deveria acordar para o DNA. A garota acordou, porém seu irmão estava a dormir ainda. Logo, não poderia acordá-lo. Teria que esperar até o mesmo acordar.
Levantou, tomou seu café da manhã, fez sua higiene matinal e quando se deu conta, o irmão já se encontrava acordado. Ligou o computador, por volta das 10:00, e foi para o msn ver se seu grupo já estava todo online.
Encontrou todos online, juntou-os numa mesma conversa e começaram a discutir sobre as respostas. Com muita dificuldade e muitas brigas no começo, conseguiram ir resolvendo aos poucos.
Chegaram a etapa de idiomas. E lá se enrolaram por demais. Havia vários e vários audios. E muitos deles não tocavam no computador de Priick.
Com uma certa dificuldade conseguiram enfrentar essa fase.
Muitos dos enigmas davam vontade de pular. Eram dificeis ao extremo. Porém, com as palavras certas, se conseguia a resposta.
O grupo de um colega de classe de Priick tinha como música tema 'Vamos Pular', logo que pularam muitas seguidas por motivos pessoais.
Priick ficara até meia noite e alguma coisa online com seu colega de equipe respondendo os enigmas. Deram o seu melhor para não pularem.
Como nem um queria deixar o outro sozinho respondendo, resolveram que os dois iriam dormir e voltariam amanhã cedo para continuar a responder.

Fim do capítulo 16;

07 junho 2009

Capítulo 15 - DNA!;

Sexta feira iniciou-se de uma forma comum: o despertador tocara, Priick o desligara.
Fizera sua higiene matinal, assistira seu anime favorito e fora à escola.
Nesse dia, entravam as 8:40, portanto, assim que chegara, Priick não encontrara ninguém em sua sala de aula.
Pensara durante uns momentos e ficara ansiosa, os quatro desafios extras do DNA (Desafio Nacional Acadêmico, para os leigos) seriam anunciados naquele dia.
Por mais que acreditasse em seu grupo e em si mesma, sempre restava uma pontinha de insegurança. E ainda mais com seu rival garantindo-a que ela não teria nem chance de chegar entre os 100 primeiros, só ficava mais e mais nervosa quanto a esse assunto.
O professor de geografia faltara por motivos desconhecidos. O professor de matemática adiantou a aula.
Eu, como uma péssima narradora que não se deve ser usada como exemplo, perdi os ficheiros de memória aonde ficaram armazenadas as lembranças do tempo e espaço entre a aula adiantada e a hora da saída. Logo, pularemos para a hora da saída.
Priick fora para casa. Ao chegar lá, almoçou, e foi para o computador checar quais seriam as tarefas adicionais lhes dada.
Discutiu com seu grupo o que cada um deveria fazer.
Priick ficou encarregada de elaborar a dissertação sobre a Coreia do Norte, apesar de considerar o tema entediante. Aceitara a tarefa para provar para si mesma que conseguia fazer uma dissertação sobre um tema que ela mesma não gostava.
Pesquisara um pouco sobre o tema, porém nada encontrara sobre o tal assunto. Mas, e agora?
Logo quando ia avisar seus colegas de equipe, sua internet caíra. Oh, e agora, o que faria?
Decidiu mandar mensagem para um de seus colegas. E assim, o fez.
Descobrira que seu telefone também estava sem linha. Por certo, deveriam estar mexendo nas linhas telefônicas da região.
Ficou durante um tempo no word escrevendo alguns textos e quando a internet voltou, já estava tudo decidido. Decidiu sair para ir dormir.

Fim do capítulo 15;

06 junho 2009

Capítulo 14 - Por que não faz chapinha?;

Retornaram à biblioteca.
Voltara a estudar. Porém, não há estudo sem conversas paralelas.
Logo, passaram um bom tempo conversando sobre assuntos variados que não tinham nexo algum.
Fizeram alguns exercícios, sim.
Embora um dos colegas de Priick parecia não querer deixar a garota fazer os exercícios. Logo que, ele sempre pegava o livro e a folha enquanto ela escrevia ou copiava, interrompia a fala dela, roubava seu material eventualmente, entre outros.
Um dos tópicos das conversas entre exercícios fora: 'Por que você não faz chapinha, Pri?'
Todos requisitaram isso a ela.
Gostava de seu cabelo natural, com os cachos que davam movimento a suas madeixas.
Por mais que admirasse o cabelo liso, admirava em outras pessoas. Em si, não.
A insistência só levava à maior negação, era fato.
Desde que sua genitora comprara uma chapinha insistia frequentemente para que a garota pelo menos deixasse o cabelo liso uma vez. Mas batia o pé e insistia que não.
Sua amiga até perguntara se ela não faria chapinha mesmo que a pagassem. Disse-lhe que não. E surpreendeu-se com o que a amiga lhe falara em seguida. E logo após, recebera um olhar pervertido da parte de um colega. Estranhara, porém deixaria por isso mesmo.
Estudaram, conversaram, confabularam, riram.
Após muito tempo, foram embora.

Fim do capítulo 14;

29 maio 2009

Capítulo 13 - O roubo da coca cola;

Quinta feira iniciava-se de uma maneira rotineira: o despertador tocando. Priick o desligara, levantara, fizera sua higiene matinal e assistira seu anime preferido.
Ficara um tanto quanto irritada por saber que o episódio seguinte seria animado, porém contentou-se em ir à escola - além do que, a garota já havia assistido a aquele episódio.
Entrava às 7 horas na escola às quinta feiras, portanto, boa parte de seus colegas de classe já havia chegado e estavam num canto do corredor ao lado de fora do recinto estudantil.
Cumprimentou-os e fora conversar com os mesmos.
Confabularam um pouco e logo o portão já estava aberto.
A aula de língua portuguesa se passou sem nenhum fato marcante.
Logo, chegamos à aula de física. Aonde o grupo de Priick apresentaria o exercício sobre velocidade média, com a representação de Isabela Nardoni caindo do prédio.
Acharam que essa seria uma ótima e criativa representação. Logo, que era um fato inusitado que ficaria na cabeça dos colegas.
Com muito sacrifício, conseguiram apresentar. Fizeram uma boa apresentação até.
A pobre 'Bellinha', como ficou apelidada a boneca loira, caiu algo em torno de quatro vezes no chão. Porém, sem danos aparentes.
Prestara atenção na apresentação de seu rival. E como de praxe, sua voz a deixara com sono. Parecia que existia um tom na voz do rapaz que ativava um mecanismo em seu cérebro que liberava uma substância do sono.
Sonolentamente, a aula de língua norte americana chegou.
Fizeram a correção do capítulo terceiro e nada de mais aconteceu.
Um grupo de colegas iria ficar para organizar o trabalho de matemática. Logo que Priick soubera que seu parceiro de trabalho a abandonara, resolvera ficar com eles.
Poderia simplesmente resumir a tarde em uma frente. Porém, não faremos isso. Para a facilidade de entendimento daqueles que não estavam presentes no momento, descreverei detalhadamente.
Resolveram que estudariam no espaço determinado a armazenanto de livros e consulta dos mesmos - vulgo biblioteca. Logo que o recinto era calmo, silencioso e pouco frequentado.
Após alguns minutos de estudo, alguns dos esfomeados do grupo, tiveram vontade repentina de ir comer. Lutaram por seu direito de almoço e o fizeram.
Ao chegar à cantina, demoraram muito tempo para decidir o que pediriam. Depois do feito, escolheram uma mesa ao acaso mais ao fundo do lugar para comerem.
Ao escolherem seus lugares, perceberam que faltava algo: Bebida.
Decidiram que não iriam gastar seu dinheiro com a lanchonete escolar, alguém iria até o mercado situado atrás do muro escolar comprar algo para tomar.
Um de seus colegas - bravamente - foi.
Após algum tempo de todos pensando que ele havia sido levado à coordenadora da escola ou abduzido, ele voltara.
Comeram. Após algum tempo, estavam só conversando e tomando a coca cola que havia sido comprada, um dos rapazes irritantes do segundo ano, chegara na mesa deles e falara oi.
Todos imediatamente olharam para ele e ficaram esperando alguma reação. Porém, nada dele.
Quando menos esperavam, um outro rapaz do segundo ano, passou do outro lado da mesa e roubara a coca cola.
Apressadamente, o rapaz saira correndo, com a intenção de lucrar com os do 1º ano.
Com a chuva que caia, a entrada do recinto molhara-se e qualquer pisada infalsa seria alvo de uma bela zoação.
Como o rapaz passara correndo, escorregou e como esperado, caiu arrancando risadas de todos.
Tentara, por mais de uma vez, levantar-se, porém sem sucesso.
Depois de algum tempo, conseguira se levantar. O grupo deixou-o ficar com a coca, as boas risadas valeram a pena. E além do que, havia mais espuma do que coca cola naquele recipiente plástico no momento.

Fim do capítulo 13;

27 maio 2009

Capítulo 12 - Ainda K2;

Enquanto conversava com seu rival, percebeu que a camiseta de um amigo seu, possuía o 'emblema' k2 escrito nela.
Foi inevitável não lembrar de Kevin Jonas - seu ídolo.
Como estava com sua câmera para a aula de educação física, disse que pediria uma foto depois.
Passando algum tempo, chegamos ao ensaio da quadrilha.
Após muito rebuliço e muitos olhares trocados com um certo alguém da sala de aula, começaram o ensaio. Foi tudo tão... normal.
A não ser quando tiveram que fazer o túnel e a volta ao mundo, percebera que seu rival ficara com um certo 'medo' quando chegara a vez da garota de passar por ele.
Não podia negar que também sentira um certo medo, melhor apelidado de aflição quando passara por ele.
Era uma 'saudade' de algo que não se tem. Uma saudade daquele toque macio, daquela pele quente que contrastava com a pele fria da garota.
Não era nada como um beijo, algo que já se teve. Era algo mais inconsciente, mais inocente. Era algo tão infantil, mas que só os dois poderiam entender. Era saudade de um toque que só foi dado uma vez. E que é necessário para se manter.
Depois de receios e anseios, a saudade foi morta durante alguns instantes. O bastante para cortar aquele clima de abstinência.
Ela precisava disso.
Quanto a parte dele, encarou sua aflição dele e uma certa 'demora' como se ele precisava disso também.
E aqueles segundos, fizeram tudo valer a pena.
Mesmo que, fossem alguns segundos, para ela, pareceram não ter fim.
Ela o amava e podia dizer isso com certeza.
Esquecendo-nos desses acontecimentos e avançando, chegamos à hora do recreio.
Fora com uma colega de classe à cantina e com mais dois colegas de classe.
Foram conversando, se divertindo.
Certas pérolas como: 'Ele é o maior pesqueiro' não puderam ser esquecidas.
Logo após chegarem na sala, mais pérolas foram cometidas durante a aula.
Como: 'Fome Zero na escola'
Avançando um pouco mais, ela tirara a foto da camiseta de seu amigo. O 'k2' seria insequecível. Só faltava agora um 'President' e um 'Danger' para sua coleção estar completa.
Quando chegara em casa, sentira novamente aquela saudade. A saudade de algo que não se teve e não se tem.
Demorou para admitir. Porém admiti: Sentia falta dele; Gostava dele; Sua presença era essencial para ela;
Ela realmente, sentia saudade de algo que não tinha.

Fim do capítulo 12;

Capítulo 11 - K2;

Quarta feira amanhecia com chuva batendo na janela do quarto de Priick. Seu despertador nem ao menos tocara ainda e já acordara.
Seria medo de perder a hora novamente?
Esperara o despertador soar durante uns instantes, o mesmo soou. A garota desligou o anunciador da manhã e voltou a se concentrar em seu sono.
Sonhara tão bem e levemente.
Sonhara com Shaoran, sonhara com Sakura, sonhara com seu rival. O que mais queria era tê-lo por perto e ouvir aquelas duas - ou três - palavras que ele sussurrava tão docemente.
Sabia que era sonho, sabia que é sonho, sabia que será sonho e se contentara com um sorriso em sua face.
Levantara após alguns instantes relembrando seu sonho. Fez sua higiene matinal, e assistira à Sakura Card Captors.
Se irritara com a chuva que não parava de cair. Além de não deixá-la ouvir o episódio claramente, a chuva causara goteiras de um modo misterioso na cozinha.
'Teria sido uma carta Clow?' - raciocinara divertida.
Sempre se identificou com Sakura. Seu jeito estabanado, seus amores platônicos, seus círculos de amizade, sua escola, entre vários outros.
E sempre quis ter um garoto como Shaoran por perto. Ah, os traços de Shaoran eram tão perfeitos. Ele era como um protetor para ela. Queria ter alguém que a protegesse e cuidasse dela. Seu rival parecia ser assim.
Irritou-se quando o episódio acabou e percebeu que o episódio a seguir seria legal. Contentou-se em ir à escola com todo aquele tempo chuvoso. E foi.
Durante o caminho todo fez algo que não era costumeiro de sua parte: observou o mundo ao seu redor.
Não costumava fazer isso enquanto estava no carro. Geralmente, entretia-se com a música de ritmo eletrônico que tocava durante o caminho, com sua lição mal terminada, com as moedas do porta-luvas do carro, entre outros.
Quando chegou à escola, esperou durante um tempo o portão da escola ser aberto pelo segurança. Logo que chegou à sala, seus colegas de classe chegaram também.
Tivera até uma conversa amigável com seu rival. Parecia que o garoto estava mudando. Ou seria só fachada?
Enfim, se divertira com ele. O rapaz era até engraçado. As conversas eram diferentes enquanto ele estava por perto. Tinham um caráter intelectual e um tom de comédia.
Gostara mesmo de conversar com ele, quem sabe não conversariam mais a partir de agora?

Fim do capítulo 11;

Capítulo 1O - RIOT!;

Terça feira, assim que chegou à sala de aula, Priick procurou por seus colegas de classe, afinal, combinaram de se encontrar na escola por volta das 7:3O para resolverem alguns assuntos da festa junina.
Muitas pessoas não apareceram - o que fez ocorrer um sorteio para separar as pessoas em grupos individuais.
Gritaram, discutiram, se rebelaram!
A desordem reinou no recinto. Não era possível nem ouvir aos seus próprios pensamentos, logo que o barulho era ensurdecedor.
Depois de muita confusão, conseguiram entrar em um acordo e separaram grupos e cada grupo havia seu coordenador. Priick era a responsável pelo grupo das Roupas.
Após a falta da comandante da aula de língua portuguesa, os alunos discutiram e discutiram novamente sobre a festa junina.
Meu Deus, era possível que esse assunto reuniria tantas brigas e separaria a classe toda?
Todos brigaram com todos. Se exaltaram, gritaram. Se ofenderam em momentos de raiva.
Não levou à nada.
A coordenadora da escola teve que intervir e mandá-los parar de gritar, logo que só era possível escutar a gritaria deles no colégio.
Logo após mais um longo tempo de gritaria, o professor de matemática teve que intervir e colocar ordem na baderna.
Senão, eles ficariam nessa bagunça que não levava à nada o resto do dia.
Depois de tanto discutirem, foram à cantina decidir detalhes.
Acabaram brigando mais. Porém, dessa vez, a gritaria fora moderada.
Tanta discussão não levou à nada.
Decidido os detalhes, foram embora.

Fim do capítulo 1O;

26 maio 2009

Capítulo 9 - Shaoran;

Terça feira se iniciou sem o despertador soar. Priick acordara um pouco antes do anunciador da manhã. Enquanto achava que acordara atrasada e poderia não ir à aula nesse dia, seu despertador tocou.
Depois de 1O minutos de enrolação, levantou, fez sua higiene matinal, arrumou seu material e sentou-se para assistir à Sakura Card Captor.
Ah, adorara o episódio. Principalmente a parte em que Shoaran aparecera e salvara Sakura do ataque da carta Clow. E da parte em que Tomoyo disse que Shoaran era um rival de Sakura. Há, parecia que Sakura também tinha um rival. E bem parecido com o de Priick.
Depois de pensar muito sobre Shoaran e o rival de Priick, a mesma foi à escola.
Durante a aula toda, Priick não parou de pensar em outra coisa. Seu pensamento não conseguia se livrar daquele assunto: As semelhanças entre Sakura e Priick e Shaoran e seu rival.
Sakura e Shaoran competiam e eram rivais entre si. Priick e seu rival faziam o mesmo.
Sakura e Shaoran se odiavam e competiam pela atenção de um 'ser maior' que era Yukito. Priick e seu rival competiam pela atenção de 'um ser maior', cuja identidade será preservada.
Eram tão parecidos.
Embora só imaginação, tudo tão real.
A comandante da aula de língua português não pôde comparecer à aula, assim, os alunos tiveram uma aula adiantada de matemática sobre funções quadráticas - algo sobre uma função afim que virou mutante e desencadeou um membro a mais com x² nele.
Passada essa aula, os alunos foram dispensados. E com pressa, sairam do recinto escolar e foram às suas casas.

Fim do capítulo 9;

25 maio 2009

Capítulo 8 - Ficaria com alguém da sala?;

A segunda feira se iniciava com o despertador tocando. Priick acordara doente ainda. Porém, alegre.
Não sabia por qual razão, mas parecia que as coisas seriam boas naquele dia.
Fez sua higiene matinal, acordou seu genitor, foram à escola.
A primeira aula era vaga, portanto, não encontraria ninguém ali em sua classe - era o esperado.
Encontrou uma colega de classe lá. Saíram, andaram ao redor do campus e retornaram à sala.
Um tempo após, souberam que a professora de língua portuguesa não daria a aula. Portanto, passariam mais duas aulas ali, à toa.
Conversaram, riram, contaram piadas, arrumaram trabalhos, rabiscaram a lousa, entre outras coisas típicas de alunos.
Em algum momento, encontrou-se numa conversa com uma colega e alguns colegas de classe.
'Isso não vai dar certo. Olha só aonde eu me meti.' - pensou, inconscientemente.
Porém, era só uma conversa. Não poderia acontecer nada de muito errado. Ou poderia?
Em certo momento, um de seus colegas de classe questionou à Priick se ela ficaria com alguém da sala de aula.
Priick raciocinou rápido. Pensou em tudo em segundo e sem hesitar. Respondeu-lhe a negativa.
Sua colega de classe contrariou. Bateu o pé e disse que Priick ficaria, sim. Até ameaçou contar quem era. Porém, não o fez.
Depois de alguns momentos, queriam porque queriam tirar-lhe uma fotografia.
Priick, contraditória, não deixou. De modo algum.
Pensou em algumas coisas e teve medo de outras.
Na última aula, seu grupo de artes apresentou o trabalho, quase nada deu errado. Foi um milagre.
E um fato interessante que queria ressaltar:
Durante a hora do intervalo, algo a intrigou, uma certa frase, considerada como uma palavra só: 'Aquela?' foi o suficiente para milhões e milhões de pensamentos invadirem sua mente.
Porém, ciúmes em momento algum passou perto dali. Talvez ela o proteja mais do que devia. Talvez ela goste mais dele do que esteja afim dele. Talvez ela... só ame.

Fim do capítulo 8;

Capítulo 7 - E questiono tudo;

Domingo amanhecia, o despertador de Priick não tocara ou ela não o ouvira?
De qualquer maneira, a garota despertou por volta das 1O:OO da manhã, tomou seu café, fez sua higiene matinal e foi assistir tv.
Passara um domingo não muito produtivo. Afinal, a gripe a consumia por inteiro. Seu corpo doía, sua cabeça latejava, sua garganta não deixava a garota pronunciar uma palavra sequer sem parecer uma gralha, seu nariz não a deixava respirar direito, era uma junção de alguns dos piores sintomas de uma gripe comum.
Durante a tarde, enxaguou suas madeixas. E confabulara sobre si, sobre seus ídolos, sobre seus círculos de amizades, sobre sua moradia, sobre o futuro, sobre a humanidade, sobre tudo.
Teria ela mudado tanto assim a ponto de as pessoas na rua não a reconhecerem?
Teria essa mudança sido para melhor, ou para pior?
Refletira um pouco sobre suas atitudes, sobre o que queria para si mesma. O técnico seria uma opção ou uma obrigação?
Queria que seus ídolos voltassem a ser o que eram antes.
Aqueles por quem ela se apaixonou ao ouvir a voz. Porém, tudo evoluiu. E se evolui, deixa o passado para trás.
Pensou naquele rival. Afinal, seria ele um rival mesmo? Ou um amigo?
Era fato que ele agia como um rival em certos momentos. Porém, na maioria das vezes, ele era tão... doce. Alguém tão sensível. Agia como um protetor da garota.
'Ah, meu Shoaran.' - sussurrou enquanto confabulava sobre seu rival.
Se sentia tão bem perto dele e ele parecia se importar tanto com ela. Parecia querer seu bem.
Será que ela teria um aliado ou só mais um rival?
Refletira sobre o planeta. Ah, para onde a humanidade estava levando o planeta? O mundo está se destruindo. Não podem ver?
Precisam brigar enquanto a solução está na frente de vocês e é a união?
Queria tanto que seu futuro Thomas tivesse um futuro na Terra, um lugar para onde morar. Mas se continuarem assim, será que Thomas chegará a existir?
Queria que tudo se ajeitasse. Que tudo ficasse no lugar. Que todos a vissem ali. Que ele fosse um amigo. Que houvesse um planeta. Que houvesse consciência. Que houvesse retorno. Que houvesse opção.
Refletiu, refletiu, refletiu. Confabulou tanto que seus pensamentos iam a mil. Não conseguia esvaecer sua mente. Os pensamentos invadiam sua mente constantemente.
Precisava pensar em... nada. Isso, nada. Algo que a fizesse esquecer de tudo.
E ouviu uma música e pensou no fim. No fim de tudo e sua mente se esvaeceu.

Fim do capítulo 7;

Capítulo 6 - O número 47;

O despertador tocara anunciando a hora de acordar. Porém, como de praxe aos sábados, Priick desligou seu despertador e voltou a dormir.
Passadas algumas quatro ou cinco horas em sua cama repousando, a garota levantou-se e foi à sala.
Ligara no multishow para ver em qual número se encontrava o Top TVZ, estava passando uma de suas músicas preferidas - Falling in love.
Isso, com certeza, fez a garota melhorar, mesmo que um pouco de sua gripe. Aquela covinha fazia tudo valer a pena.
Bem, Priick não teve uma manhã muito produtiva, afinal, teve que ficar repousando e repousando e repousando. Passara a tarde no computador escrevendo mais uma de suas fics. Essa, tem planos de mandar para o Fanfic Addiction e ter orgulho em falar que ela escrevera.
Assistiu orgulhosa ao especial do McFLY que o multishow apresentou.
Riu da piada do número 47 que Thomas contou e envergonhou Daniel. Mesmo assim, foi uma das melhores partes daquele making of.
Percebeu que havia duas ou três músicas do CD que ela não conhecia. Porém, assim que o especial acabou, voltou ao computador e procurou as músicas para escutá-las.
O show dos Jonas Brothers no Rio de Janeiro era naquele dia, ela não conseguia tirar esse pensamento de sua cabeça. Afinal, tão perto e sem poder vê-los. Ah, castigo.
Mas ficara feliz pela amiga do Rio que pôde ir ao show.

Fim do capítulo 6;

23 maio 2009

Capítulo 5 - Manhê, quero jujuba!;

E o despertador soava novamente anunciando que era hora de levantar para mais uma sexta feira de aprendizado. A manhã nascera fria e com resquícios de que garoava durante o período da madrugada.
Priick levantou-se, trocou-se, assistiu atenciosamente ao seu episódio matinal de Sakura Card Captor. Adentrou o carro e foi à escola.
As primeiras aulas vagas passaram-se rapidamente. Conseguira decidir seu trabalho de física com uma rapidez incomum. Chegou até a espantar-se por um momento.
Avançando um pouco mais, chegamos a parte em que Priick fora beber água e encontrara com um poodle branco não muito limpo no corredor. Ignorou o cão e continuou o que fazia antes.
A aula de geografia chegou com extrema rapidez. E por mais incrível que pareça, a aula estava interessante. Priick, em momento algum, dispersou seu pensamento da aula.
O comandante da aula citara o universo, os planetas, as religiões, a história do universo. Tudo, tudo o que mais a fascinara: o universo.
Logo após essa fascinante aula, aula de matemática aproximou-se. Correção de exercícios, algo monótono, porém preciso. Depois do feito, todos os alunos estavam dispensados.
Priick foi para casa. Chegando lá, informou sua genitora que queria jujuba.
A dona da casa comprou as tais jujubas e a garota satisfez o seu desejo.

Fim do capítulo 5;