29 maio 2009

Capítulo 13 - O roubo da coca cola;

Quinta feira iniciava-se de uma maneira rotineira: o despertador tocando. Priick o desligara, levantara, fizera sua higiene matinal e assistira seu anime preferido.
Ficara um tanto quanto irritada por saber que o episódio seguinte seria animado, porém contentou-se em ir à escola - além do que, a garota já havia assistido a aquele episódio.
Entrava às 7 horas na escola às quinta feiras, portanto, boa parte de seus colegas de classe já havia chegado e estavam num canto do corredor ao lado de fora do recinto estudantil.
Cumprimentou-os e fora conversar com os mesmos.
Confabularam um pouco e logo o portão já estava aberto.
A aula de língua portuguesa se passou sem nenhum fato marcante.
Logo, chegamos à aula de física. Aonde o grupo de Priick apresentaria o exercício sobre velocidade média, com a representação de Isabela Nardoni caindo do prédio.
Acharam que essa seria uma ótima e criativa representação. Logo, que era um fato inusitado que ficaria na cabeça dos colegas.
Com muito sacrifício, conseguiram apresentar. Fizeram uma boa apresentação até.
A pobre 'Bellinha', como ficou apelidada a boneca loira, caiu algo em torno de quatro vezes no chão. Porém, sem danos aparentes.
Prestara atenção na apresentação de seu rival. E como de praxe, sua voz a deixara com sono. Parecia que existia um tom na voz do rapaz que ativava um mecanismo em seu cérebro que liberava uma substância do sono.
Sonolentamente, a aula de língua norte americana chegou.
Fizeram a correção do capítulo terceiro e nada de mais aconteceu.
Um grupo de colegas iria ficar para organizar o trabalho de matemática. Logo que Priick soubera que seu parceiro de trabalho a abandonara, resolvera ficar com eles.
Poderia simplesmente resumir a tarde em uma frente. Porém, não faremos isso. Para a facilidade de entendimento daqueles que não estavam presentes no momento, descreverei detalhadamente.
Resolveram que estudariam no espaço determinado a armazenanto de livros e consulta dos mesmos - vulgo biblioteca. Logo que o recinto era calmo, silencioso e pouco frequentado.
Após alguns minutos de estudo, alguns dos esfomeados do grupo, tiveram vontade repentina de ir comer. Lutaram por seu direito de almoço e o fizeram.
Ao chegar à cantina, demoraram muito tempo para decidir o que pediriam. Depois do feito, escolheram uma mesa ao acaso mais ao fundo do lugar para comerem.
Ao escolherem seus lugares, perceberam que faltava algo: Bebida.
Decidiram que não iriam gastar seu dinheiro com a lanchonete escolar, alguém iria até o mercado situado atrás do muro escolar comprar algo para tomar.
Um de seus colegas - bravamente - foi.
Após algum tempo de todos pensando que ele havia sido levado à coordenadora da escola ou abduzido, ele voltara.
Comeram. Após algum tempo, estavam só conversando e tomando a coca cola que havia sido comprada, um dos rapazes irritantes do segundo ano, chegara na mesa deles e falara oi.
Todos imediatamente olharam para ele e ficaram esperando alguma reação. Porém, nada dele.
Quando menos esperavam, um outro rapaz do segundo ano, passou do outro lado da mesa e roubara a coca cola.
Apressadamente, o rapaz saira correndo, com a intenção de lucrar com os do 1º ano.
Com a chuva que caia, a entrada do recinto molhara-se e qualquer pisada infalsa seria alvo de uma bela zoação.
Como o rapaz passara correndo, escorregou e como esperado, caiu arrancando risadas de todos.
Tentara, por mais de uma vez, levantar-se, porém sem sucesso.
Depois de algum tempo, conseguira se levantar. O grupo deixou-o ficar com a coca, as boas risadas valeram a pena. E além do que, havia mais espuma do que coca cola naquele recipiente plástico no momento.

Fim do capítulo 13;

27 maio 2009

Capítulo 12 - Ainda K2;

Enquanto conversava com seu rival, percebeu que a camiseta de um amigo seu, possuía o 'emblema' k2 escrito nela.
Foi inevitável não lembrar de Kevin Jonas - seu ídolo.
Como estava com sua câmera para a aula de educação física, disse que pediria uma foto depois.
Passando algum tempo, chegamos ao ensaio da quadrilha.
Após muito rebuliço e muitos olhares trocados com um certo alguém da sala de aula, começaram o ensaio. Foi tudo tão... normal.
A não ser quando tiveram que fazer o túnel e a volta ao mundo, percebera que seu rival ficara com um certo 'medo' quando chegara a vez da garota de passar por ele.
Não podia negar que também sentira um certo medo, melhor apelidado de aflição quando passara por ele.
Era uma 'saudade' de algo que não se tem. Uma saudade daquele toque macio, daquela pele quente que contrastava com a pele fria da garota.
Não era nada como um beijo, algo que já se teve. Era algo mais inconsciente, mais inocente. Era algo tão infantil, mas que só os dois poderiam entender. Era saudade de um toque que só foi dado uma vez. E que é necessário para se manter.
Depois de receios e anseios, a saudade foi morta durante alguns instantes. O bastante para cortar aquele clima de abstinência.
Ela precisava disso.
Quanto a parte dele, encarou sua aflição dele e uma certa 'demora' como se ele precisava disso também.
E aqueles segundos, fizeram tudo valer a pena.
Mesmo que, fossem alguns segundos, para ela, pareceram não ter fim.
Ela o amava e podia dizer isso com certeza.
Esquecendo-nos desses acontecimentos e avançando, chegamos à hora do recreio.
Fora com uma colega de classe à cantina e com mais dois colegas de classe.
Foram conversando, se divertindo.
Certas pérolas como: 'Ele é o maior pesqueiro' não puderam ser esquecidas.
Logo após chegarem na sala, mais pérolas foram cometidas durante a aula.
Como: 'Fome Zero na escola'
Avançando um pouco mais, ela tirara a foto da camiseta de seu amigo. O 'k2' seria insequecível. Só faltava agora um 'President' e um 'Danger' para sua coleção estar completa.
Quando chegara em casa, sentira novamente aquela saudade. A saudade de algo que não se teve e não se tem.
Demorou para admitir. Porém admiti: Sentia falta dele; Gostava dele; Sua presença era essencial para ela;
Ela realmente, sentia saudade de algo que não tinha.

Fim do capítulo 12;

Capítulo 11 - K2;

Quarta feira amanhecia com chuva batendo na janela do quarto de Priick. Seu despertador nem ao menos tocara ainda e já acordara.
Seria medo de perder a hora novamente?
Esperara o despertador soar durante uns instantes, o mesmo soou. A garota desligou o anunciador da manhã e voltou a se concentrar em seu sono.
Sonhara tão bem e levemente.
Sonhara com Shaoran, sonhara com Sakura, sonhara com seu rival. O que mais queria era tê-lo por perto e ouvir aquelas duas - ou três - palavras que ele sussurrava tão docemente.
Sabia que era sonho, sabia que é sonho, sabia que será sonho e se contentara com um sorriso em sua face.
Levantara após alguns instantes relembrando seu sonho. Fez sua higiene matinal, e assistira à Sakura Card Captors.
Se irritara com a chuva que não parava de cair. Além de não deixá-la ouvir o episódio claramente, a chuva causara goteiras de um modo misterioso na cozinha.
'Teria sido uma carta Clow?' - raciocinara divertida.
Sempre se identificou com Sakura. Seu jeito estabanado, seus amores platônicos, seus círculos de amizade, sua escola, entre vários outros.
E sempre quis ter um garoto como Shaoran por perto. Ah, os traços de Shaoran eram tão perfeitos. Ele era como um protetor para ela. Queria ter alguém que a protegesse e cuidasse dela. Seu rival parecia ser assim.
Irritou-se quando o episódio acabou e percebeu que o episódio a seguir seria legal. Contentou-se em ir à escola com todo aquele tempo chuvoso. E foi.
Durante o caminho todo fez algo que não era costumeiro de sua parte: observou o mundo ao seu redor.
Não costumava fazer isso enquanto estava no carro. Geralmente, entretia-se com a música de ritmo eletrônico que tocava durante o caminho, com sua lição mal terminada, com as moedas do porta-luvas do carro, entre outros.
Quando chegou à escola, esperou durante um tempo o portão da escola ser aberto pelo segurança. Logo que chegou à sala, seus colegas de classe chegaram também.
Tivera até uma conversa amigável com seu rival. Parecia que o garoto estava mudando. Ou seria só fachada?
Enfim, se divertira com ele. O rapaz era até engraçado. As conversas eram diferentes enquanto ele estava por perto. Tinham um caráter intelectual e um tom de comédia.
Gostara mesmo de conversar com ele, quem sabe não conversariam mais a partir de agora?

Fim do capítulo 11;

Capítulo 1O - RIOT!;

Terça feira, assim que chegou à sala de aula, Priick procurou por seus colegas de classe, afinal, combinaram de se encontrar na escola por volta das 7:3O para resolverem alguns assuntos da festa junina.
Muitas pessoas não apareceram - o que fez ocorrer um sorteio para separar as pessoas em grupos individuais.
Gritaram, discutiram, se rebelaram!
A desordem reinou no recinto. Não era possível nem ouvir aos seus próprios pensamentos, logo que o barulho era ensurdecedor.
Depois de muita confusão, conseguiram entrar em um acordo e separaram grupos e cada grupo havia seu coordenador. Priick era a responsável pelo grupo das Roupas.
Após a falta da comandante da aula de língua portuguesa, os alunos discutiram e discutiram novamente sobre a festa junina.
Meu Deus, era possível que esse assunto reuniria tantas brigas e separaria a classe toda?
Todos brigaram com todos. Se exaltaram, gritaram. Se ofenderam em momentos de raiva.
Não levou à nada.
A coordenadora da escola teve que intervir e mandá-los parar de gritar, logo que só era possível escutar a gritaria deles no colégio.
Logo após mais um longo tempo de gritaria, o professor de matemática teve que intervir e colocar ordem na baderna.
Senão, eles ficariam nessa bagunça que não levava à nada o resto do dia.
Depois de tanto discutirem, foram à cantina decidir detalhes.
Acabaram brigando mais. Porém, dessa vez, a gritaria fora moderada.
Tanta discussão não levou à nada.
Decidido os detalhes, foram embora.

Fim do capítulo 1O;

26 maio 2009

Capítulo 9 - Shaoran;

Terça feira se iniciou sem o despertador soar. Priick acordara um pouco antes do anunciador da manhã. Enquanto achava que acordara atrasada e poderia não ir à aula nesse dia, seu despertador tocou.
Depois de 1O minutos de enrolação, levantou, fez sua higiene matinal, arrumou seu material e sentou-se para assistir à Sakura Card Captor.
Ah, adorara o episódio. Principalmente a parte em que Shoaran aparecera e salvara Sakura do ataque da carta Clow. E da parte em que Tomoyo disse que Shoaran era um rival de Sakura. Há, parecia que Sakura também tinha um rival. E bem parecido com o de Priick.
Depois de pensar muito sobre Shoaran e o rival de Priick, a mesma foi à escola.
Durante a aula toda, Priick não parou de pensar em outra coisa. Seu pensamento não conseguia se livrar daquele assunto: As semelhanças entre Sakura e Priick e Shaoran e seu rival.
Sakura e Shaoran competiam e eram rivais entre si. Priick e seu rival faziam o mesmo.
Sakura e Shaoran se odiavam e competiam pela atenção de um 'ser maior' que era Yukito. Priick e seu rival competiam pela atenção de 'um ser maior', cuja identidade será preservada.
Eram tão parecidos.
Embora só imaginação, tudo tão real.
A comandante da aula de língua português não pôde comparecer à aula, assim, os alunos tiveram uma aula adiantada de matemática sobre funções quadráticas - algo sobre uma função afim que virou mutante e desencadeou um membro a mais com x² nele.
Passada essa aula, os alunos foram dispensados. E com pressa, sairam do recinto escolar e foram às suas casas.

Fim do capítulo 9;

25 maio 2009

Capítulo 8 - Ficaria com alguém da sala?;

A segunda feira se iniciava com o despertador tocando. Priick acordara doente ainda. Porém, alegre.
Não sabia por qual razão, mas parecia que as coisas seriam boas naquele dia.
Fez sua higiene matinal, acordou seu genitor, foram à escola.
A primeira aula era vaga, portanto, não encontraria ninguém ali em sua classe - era o esperado.
Encontrou uma colega de classe lá. Saíram, andaram ao redor do campus e retornaram à sala.
Um tempo após, souberam que a professora de língua portuguesa não daria a aula. Portanto, passariam mais duas aulas ali, à toa.
Conversaram, riram, contaram piadas, arrumaram trabalhos, rabiscaram a lousa, entre outras coisas típicas de alunos.
Em algum momento, encontrou-se numa conversa com uma colega e alguns colegas de classe.
'Isso não vai dar certo. Olha só aonde eu me meti.' - pensou, inconscientemente.
Porém, era só uma conversa. Não poderia acontecer nada de muito errado. Ou poderia?
Em certo momento, um de seus colegas de classe questionou à Priick se ela ficaria com alguém da sala de aula.
Priick raciocinou rápido. Pensou em tudo em segundo e sem hesitar. Respondeu-lhe a negativa.
Sua colega de classe contrariou. Bateu o pé e disse que Priick ficaria, sim. Até ameaçou contar quem era. Porém, não o fez.
Depois de alguns momentos, queriam porque queriam tirar-lhe uma fotografia.
Priick, contraditória, não deixou. De modo algum.
Pensou em algumas coisas e teve medo de outras.
Na última aula, seu grupo de artes apresentou o trabalho, quase nada deu errado. Foi um milagre.
E um fato interessante que queria ressaltar:
Durante a hora do intervalo, algo a intrigou, uma certa frase, considerada como uma palavra só: 'Aquela?' foi o suficiente para milhões e milhões de pensamentos invadirem sua mente.
Porém, ciúmes em momento algum passou perto dali. Talvez ela o proteja mais do que devia. Talvez ela goste mais dele do que esteja afim dele. Talvez ela... só ame.

Fim do capítulo 8;

Capítulo 7 - E questiono tudo;

Domingo amanhecia, o despertador de Priick não tocara ou ela não o ouvira?
De qualquer maneira, a garota despertou por volta das 1O:OO da manhã, tomou seu café, fez sua higiene matinal e foi assistir tv.
Passara um domingo não muito produtivo. Afinal, a gripe a consumia por inteiro. Seu corpo doía, sua cabeça latejava, sua garganta não deixava a garota pronunciar uma palavra sequer sem parecer uma gralha, seu nariz não a deixava respirar direito, era uma junção de alguns dos piores sintomas de uma gripe comum.
Durante a tarde, enxaguou suas madeixas. E confabulara sobre si, sobre seus ídolos, sobre seus círculos de amizades, sobre sua moradia, sobre o futuro, sobre a humanidade, sobre tudo.
Teria ela mudado tanto assim a ponto de as pessoas na rua não a reconhecerem?
Teria essa mudança sido para melhor, ou para pior?
Refletira um pouco sobre suas atitudes, sobre o que queria para si mesma. O técnico seria uma opção ou uma obrigação?
Queria que seus ídolos voltassem a ser o que eram antes.
Aqueles por quem ela se apaixonou ao ouvir a voz. Porém, tudo evoluiu. E se evolui, deixa o passado para trás.
Pensou naquele rival. Afinal, seria ele um rival mesmo? Ou um amigo?
Era fato que ele agia como um rival em certos momentos. Porém, na maioria das vezes, ele era tão... doce. Alguém tão sensível. Agia como um protetor da garota.
'Ah, meu Shoaran.' - sussurrou enquanto confabulava sobre seu rival.
Se sentia tão bem perto dele e ele parecia se importar tanto com ela. Parecia querer seu bem.
Será que ela teria um aliado ou só mais um rival?
Refletira sobre o planeta. Ah, para onde a humanidade estava levando o planeta? O mundo está se destruindo. Não podem ver?
Precisam brigar enquanto a solução está na frente de vocês e é a união?
Queria tanto que seu futuro Thomas tivesse um futuro na Terra, um lugar para onde morar. Mas se continuarem assim, será que Thomas chegará a existir?
Queria que tudo se ajeitasse. Que tudo ficasse no lugar. Que todos a vissem ali. Que ele fosse um amigo. Que houvesse um planeta. Que houvesse consciência. Que houvesse retorno. Que houvesse opção.
Refletiu, refletiu, refletiu. Confabulou tanto que seus pensamentos iam a mil. Não conseguia esvaecer sua mente. Os pensamentos invadiam sua mente constantemente.
Precisava pensar em... nada. Isso, nada. Algo que a fizesse esquecer de tudo.
E ouviu uma música e pensou no fim. No fim de tudo e sua mente se esvaeceu.

Fim do capítulo 7;

Capítulo 6 - O número 47;

O despertador tocara anunciando a hora de acordar. Porém, como de praxe aos sábados, Priick desligou seu despertador e voltou a dormir.
Passadas algumas quatro ou cinco horas em sua cama repousando, a garota levantou-se e foi à sala.
Ligara no multishow para ver em qual número se encontrava o Top TVZ, estava passando uma de suas músicas preferidas - Falling in love.
Isso, com certeza, fez a garota melhorar, mesmo que um pouco de sua gripe. Aquela covinha fazia tudo valer a pena.
Bem, Priick não teve uma manhã muito produtiva, afinal, teve que ficar repousando e repousando e repousando. Passara a tarde no computador escrevendo mais uma de suas fics. Essa, tem planos de mandar para o Fanfic Addiction e ter orgulho em falar que ela escrevera.
Assistiu orgulhosa ao especial do McFLY que o multishow apresentou.
Riu da piada do número 47 que Thomas contou e envergonhou Daniel. Mesmo assim, foi uma das melhores partes daquele making of.
Percebeu que havia duas ou três músicas do CD que ela não conhecia. Porém, assim que o especial acabou, voltou ao computador e procurou as músicas para escutá-las.
O show dos Jonas Brothers no Rio de Janeiro era naquele dia, ela não conseguia tirar esse pensamento de sua cabeça. Afinal, tão perto e sem poder vê-los. Ah, castigo.
Mas ficara feliz pela amiga do Rio que pôde ir ao show.

Fim do capítulo 6;

23 maio 2009

Capítulo 5 - Manhê, quero jujuba!;

E o despertador soava novamente anunciando que era hora de levantar para mais uma sexta feira de aprendizado. A manhã nascera fria e com resquícios de que garoava durante o período da madrugada.
Priick levantou-se, trocou-se, assistiu atenciosamente ao seu episódio matinal de Sakura Card Captor. Adentrou o carro e foi à escola.
As primeiras aulas vagas passaram-se rapidamente. Conseguira decidir seu trabalho de física com uma rapidez incomum. Chegou até a espantar-se por um momento.
Avançando um pouco mais, chegamos a parte em que Priick fora beber água e encontrara com um poodle branco não muito limpo no corredor. Ignorou o cão e continuou o que fazia antes.
A aula de geografia chegou com extrema rapidez. E por mais incrível que pareça, a aula estava interessante. Priick, em momento algum, dispersou seu pensamento da aula.
O comandante da aula citara o universo, os planetas, as religiões, a história do universo. Tudo, tudo o que mais a fascinara: o universo.
Logo após essa fascinante aula, aula de matemática aproximou-se. Correção de exercícios, algo monótono, porém preciso. Depois do feito, todos os alunos estavam dispensados.
Priick foi para casa. Chegando lá, informou sua genitora que queria jujuba.
A dona da casa comprou as tais jujubas e a garota satisfez o seu desejo.

Fim do capítulo 5;

22 maio 2009

Capítulo 4 - Ei, não quer brincar também?;

Quinta-feira amanhecia em São Paulo. Priick, com receio de não acordar a tempo para a aula por causa de seu possível resfriado (ou macumba) e colocara seu despertador para tocar 1O minutos antes.
Acordou 1O minutos antes, porém levantou no mesmo horário de sempre.
Quando adentrou o banheiro - trajando somente sua camisola e um par de meias nos pés -, um 'animal' da família dos aracnídeos tentava escalar suas pernas.
Sacudiu-se até convencer-se de que o 'animal' não estava mais perto de si saiu disparada do recinto. Colocou seu tênis e voltou ao banheiro. Crente de que o 'animal' não estaria mais lá.
Fez sua higiene matinal com uma rapidez incomum e voltou à sala para assistir seu anime preferido.
Pulando partes que são inconvenientes, chegamos à aula de física, onde a garota levara uma pista de brinquedo para uma demonstração de uma fórmula.
Seu grupo acabara nem ao menos apresentando, já que a professora teve que corrigir um exercício e isso consumira a aula toda. Sua demonstração ficara para a semana seguinte.
Na hora do intervalo entre as aulas, todos da sala brincaram com a tal pista. Se divertiram muito.
Chegaram até a fazer uma jogatina lá.
Um de seus colegas de classe pareceu querer brincar também. Porém, ao contrário dos demais, não teve coragem o suficiente de juntar-se ao grupo para brincar também.
Portanto, contentando-se ao somente olhar de longe.
Priick teve certo dó dele. Logo querendo perguntar:
'Ei, você não quer brincar também?'
Porém conteve-se e decidiu não perguntar.
A aula de idioma norte americano chegou rapidamente. A professora anunciara que iriam ao laboratório de informática.
Ah, seria a primeira vez no ano em que a sala iria àquele recinto.
Fizeram uma atividade qualquer sobre astronomia e foram embora.
Descobrira, naquela aula, que tinha um leitor inesperado de seu blog.
Não que ele não pudesse ler. Sua leitura era somente inesperada.

Fim do capítulo 4;

20 maio 2009

Capítulo 3 - Tanto ódio leva a que lugar?;

Como de praxe, o despertador soou as 5:30 anunciando que era hora de se levantar.
Rapidamente, Priick o fez, já que às quartas-feiras entrava às 7:00 na escola.
Rapidamente, trocou de roupa, fez sua higiente matinal, acordou aquele que a leva à escola todo dia e voltou à sala.
Assistiu à Sakura Card Captor - adorou o episódio, apesar de Shaoran ainda não ter aparecido.
Verificou mais uma vez seu material para ver se não havia esquecido nada para o dia de aprendizado e foi à escola.
Na aula de educação física, era a vez de seu grupo apresentar. Apresentariam 'We will rock you'. O combinado fora de todos irem de roupa preta, porém a garota não possuía uma roupa preta sequer - tirando suas roupas de baladas com todos aqueles decotes. Foi com a blusa branca do colégio mesmo.
Avançando mais um pouco, enquanto seu grupo ensaiava, seu pensamento escapou durante uns momentos e não pôde deixar de pensar:
'Ah, mas que lindo ele fica de gravata.'
Repreendeu-se mentalmente por ter pensado uma coisa dessas e focou-se no ensaio.
Seu grupo apresentou. Uma colega de classe arranjou uma blusa preta para ela colocar por cima e assim foi. Citaram até que a blusa ficara 'legal' nela.
O grupo de seus colegas de classe apresentaram depois, cantaram a paródia de uma música. O nome da paródia era 'Merece um MB' e de fato, merecia uma MB.
Pulemos partes irrelevantes, assim chegamos à aula de química.
Enquanto abria seu material para a aula, percebera que pegara o livro errado - confundira o de física com o de química. E agora? O que faria?
Sua professora a mataria por aquele erro. E seu rival, riria de sua desgraça.
Quando a coordenadora da aula entrou na classe, perguntou à ela se poderia acompanhar a aula com o livro de um colega de classe. Incomumente, respondera com um sorriso em sua face, que ela poderia, sim, acompanhar com alguém.
Durante a correção dos exercícios, a prefeita do campus, pedira à Priick que respondesse um exercício.
Meio que descoordenada, respondera bem. Apesar de os olhares de seu rival serem constantes.
Parecia que ele conspirava para que ela errasse, parecia ter prazer nisso. Mas tanto ódio levaria a que lugar?
Passada essa aula, e a seguinte, os relógios marcavam 12:15 anunciando que já era hora de os alunos deixarem o recinto escolar.
Ao chegar ao ponto do ônibus, pegou o ônibus que pegava todo dia e adentrou sua casa.
Almoçou.
Dormiu o resto da tarde e sonhara com ele.

Fim do capítulo 3;

Capítulo 2 - Ainda invisivelmente, invisível;

Mais um dia amanhecia na cidade de São Paulo, nada de extraordinário acontecia na cidade da garoa. O despertador de Priick tocara anunciando que já era hora de acordar para mais um dia de escola. A garota desligou o anunciador da manhã e permaneceu mais cinco minutos na cama.
Passados os cinco minutos de sua permanecia, levantou, fez sua higiene matinal.
Acordou seu genitor e fora assistir Sakura Card Captor.
Ficou irritada por saber que passaria uma hora de Sakura sendo que só poderia assistir um episódio - o equivalente a meia hora.
Deixou sua raiva de lado e assistiu o desenho com paciência.
'Ah, que lindo!' - não pode deixar de exclamar depois que o episódio acabou.
Afinal, nesse episódio Shoaran contara a Sakura que a amava.
Depois de se conformar que não veria o próximo episódio, Priick entrou no carro de seu pai e foi à escola.
Avançando um pouco, estava combinado de chegarem as 8:00 para combinarem as coisas da festa junina. Porém, não havia quase ninguém da sala lá. Somente alguns colegas de classe copiando sua lição de casa. Enquanto um de seus colegas ficava emo num canto qualquer escutando qualquer música.
Priick chegou até a ter dó dele por um segundo.
'Ah, vou lá falar com ele. Por que não?'
Mas, pensou bem e decidiu não falar com ele. Afinal, eram meio que rivais. E rivais não costumam trocar palavras amigáveis. Costumam?
Deixou o colega de calss em seu canto.
Depois de um de seus colegas acabar de copiar a lição, sairam para andar enquanto escutavam música no MP (Music Player - caso alguém fique em dúvida) da garota.
Ela contara sobre como sua melhor amiga não a vira. Ah, pensara nisso a noite toda.
Contara também sobre seus colegas de classe em seu msn perguntando se aquele subnick era pra algum de seus colegas.
'Há, que besteira.' - comentara - 'Por que todos acham que gosto dele?' - questionara.
'Ah, não sei. Só sei que não suporto mais ouvir falar nele.' - seu colega comentou.
Discutiram sobre cabular aula ou não - realmente, uma tentação enorme.
Decidiram que não cabulariam e voltaram para a sala.
Durante a aula, a professora corrigiu os milhares de exercícios que passara para casa. E como a correção era uma chamada oral, todos os alunos temiam que a professora chamasse por seu número.
Felizmente, Priick saira ilesa dessa aula. Na última aula em que a professora perguntara um exercício à ela, a regente da aula jogara três questões sobre a garota. Não que fosse pressão demais. Ela sabia as respostas e sabia responder.
Seu colega a observando, não a fazia sentir bem.
Quando ele a olhava, e ela, sem querer olhava de volta e seus olhares se encontravam, as palavras fugiam de sua boca, sua mente se esvaecia, era como se todos os pensamentos fugissem dali para que ela só se concentrasse nele. E somente nele.
Como podia ele exercer esse grande poder sobre ela se nem ao menos amigos eram?
Pulando algumas partes que não precisam ser mencionadas aqui, chegamos à aula de matemática.
O professor corrigira alguns exercícios, passara alguns trabalhos e passara lição de casa. A aula passou-se rapidamente.
Priick foi para sua casa. Entrou no msn, e encontrou com sua melhor amiga online, perguntara pra ela sobre o acontecimento do dia anterior. Como pudera não a ver ali.
E a garota realmente não a viu. Estaria ficando invisível como Luccas e Mark?

Fim do capítulo 2;

18 maio 2009

Capítulo 1 - Invisivelmente, invisível;

E iniciava-se mais uma segunda feira qualquer na vida de Priick. Fazia um frio de 15 ºC, ela dormira até com dois edredons e um cobertor para garantir que não sentiria frio e não ficaria resfriada.
E mais uma vez, seu despertador tocou as 5:30 da manhã, como de praxe, ela desligara o mesmo. Com muita força de vontade e apesar de a cama estar tão convidativa aquela manhã a ponto de convidar Priick para ficar mais um pouco, a garota se levantou.
Caminhou em direção ao banheiro para fazer sua higiene matinal. Depois de ágeis 15 minutos lutando contra o frio, foi acordar seu genitor.
Chamara uma, duas, três vezes, porém nada. O moço parecia não acordar.
Realmente, o frio estava fazendo com que todas as camas convidassem seus donos a ficarem mais um pouco.
Vendo que isso não daria em boas coisas e que ela teria que chegar as 7 na escola para discutirem sobre a tal da festa junina, resolveu chamá-lo pela ultima vez.
E dessa vez, funcionou, ele acordara, finalmente.
Voltando para a sala, a garota resolveu checar se um dos canais que ela mais gostava de assistir, estava pegando. Procurou o controle pela sala de estar inteira, e depois de alguns minutos de luta contra o controle, finalmente encontrou-o e pôde mudar de canal.
Chegando ao canal de sua preferência, quase gritou de alegria acordando o bairro inteiro ao perceber que um de seus mangás favoritos estava em exibição - Sakura Card Captors.
Passada sua euforia momentânea, sentou-se ao sofá e assistiu ao mangá tranquilamente.
Após rever todos seus personagens favoritos e matar a saudade de Shoran (provavelmente, a escrita de seu nome deve estar errada), tomou um copo de água, pegou o CD de seu trabalho e saiu em disparada para dentro do carro de seu pai a caminho de seu colégio.
Chegando ao colégio, ela encontrara com um infeliz de uma sala qualquer (que não vem ao caso no momento), sua vontade foi de voar em seu pescoço, porém contentou-se em sorrir para ele.
Em sua sala de aula não havia um ser vivo. A não ser o material escolar de sua colega de classe (que também não vem ao caso agora).
A garota olhou para a lousa e infelizmente a mesma encontrava-se sem nenhum risco de giz para que ela pudesse apagá-lo. Ah, mas que pena.
Seu hobby de todas as manhãs era apagar a lousa com a matéria do técnico. Parece que hoje ela não teria esse prazer.
Logo mais, sua colega de classe retornou à sala e conversaram sobre o final de semana.
Um tempo após, um de seus colegas de classe (um exíminio aluno, a propósito) chegara na sala de aula. Falara bom dia para elas e sentara-se em seu lugar.
Pois é, a segunda feira parecia não estar muito animada.
Avançando um pouco mais, na aula de português, era a vez de seu grupo apresentar o seminário.
Ficara tão nervosa, que sua mão tremia, suas pernas estavam bambas, não conseguia parar quieta num lugar só. Mas tudo porque justo ele estava ali a observando.
Por que ele não podia simplesmente parar de olhar para ela enquanto ela falava?
Aquele olhar que falava: 'Você vai errar, vai errar' com aquele olhar tão penetrante, não ajudava em nada.
Apresentara bem, até. Bem melhor do que ela mesma esperara.
Avançando um pouco mais em seu dia, na aula de artes, falara com o professor e não apresentaria aquela semana, já que ocorreram problemas técnicos, digamos assim.
Mais tarde, já na hora da saída, ela chegou ao ponto aonde pega ônibus e lembrara que precisava falar com o professor de história sobre um tal de DNA (Desafio Nacional Acadêmico - para os leigos). Sendo assim, precisaria voltar à escola. E o fez.
Falou com seu professor e foi de volta ao ponto.
Quando chegou ao ponto do ônibus por volta da 1:00 da tarde, sentou-se num dos banquinhos vermelhos do local e esperou pelo ônibus.
Enquanto esperava pelo ônibus olhando para a rua, viu uma imagem familiar.
Pensou e pensou. Analisou e analisou.
'Não, não pode ser ela.' - conclui por fim.
Quando a pessoa se aproximou, percebeu que era sua melhor amiga - Heloise.
E a pessoa - muito distraída da vida da vida ao seu redor - olhou para Priick e continuou seu caminho.
Priick quase bateu na garota, porém, o ônibus que ela pegava já estava por vir, portanto, não pôde ir atrás de sua amiga.

Fim do capítulo 1;

06 maio 2009

Prólogo;

Num lugar extremamente remoto em São Paulo capital, Priick vive com sua família - que inclui seu irmão mais novo, sua mãe, seu pai e nunca menos importante, seus amigos imaginários Luccas e Mark - numa casa singela, porém com todos os regalos de uma família de classe média.
Não gosta que a chamem por seu nome, soa-lhe muito melhor chamá-la por algum de seus vários apelidos.
Priick é uma garota de inteligência incomparável, de uma beleza extremamente contestável, de um sarcasmo incomparável e de uma simpatia inigualável.
Priick não é uma garota de muitos amigos. Possui colegas de classe e conhecidos. Amigos de verdade, só possui uma, sua amiga de verdade, Heloise.
A quem deve suas melhores conversas no msn; suas melhores risadas; enfim, Heloise é a melhor das melhores amigas que Priick poderia pensar em ter.
Priick é chocolátra assumida, não dispensa chocolate de forma alguma. É compulsiva por doces em geral. Principalmente quando se trata de balas.
Priick é apaixonada por um certo guitarrista e vocalista de uma certa banda inglesa. Cuja covinha lhe chamara muito a atenção. E o fato de ser somente uma, causou-lhe ainda mais admiração.

Fim do Prólogo;